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	<title>Categoria Edição 141 - Teixeira Fortes Advogados Associados</title>
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	<item>
		<title>Câmara do TJSP entende que as Construtoras não possuem legitimidade para responder sobre corretagem</title>
		<link>https://www.fortes.adv.br/2015/12/02/camara-do-tjsp-entende-que-as-construtoras-nao-possuem-legitimidade-para-responder-sobre-corretagem/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Teixeira Fortes Advogados Associados]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Dec 2015 15:43:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 141]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Marina Tomaselli Ribeiro &#8211; &#160; &#160; A 2&#170; C&#226;mara de Direito Privado do Tribunal de Justi&#231;a do Estado de S&#227;o Paulo tem reconhecido a ilegitimidade passiva das construtoras nas a&#231;&#245;es em que se discute a restitui&#231;&#227;o de valores dados ao pagamento de comiss&#227;o de corretagem e taxa de assessoria imobili&#225;ria. &#160; De acordo com o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>	<strong>Marina Tomaselli Ribeiro &#8211;</strong><br />
	&nbsp;<br />
	&nbsp;<br />
	A 2&ordf; C&acirc;mara de Direito Privado do Tribunal de Justi&ccedil;a do Estado de S&atilde;o Paulo tem reconhecido a ilegitimidade passiva das construtoras nas a&ccedil;&otilde;es em que se discute a restitui&ccedil;&atilde;o de valores dados ao pagamento de comiss&atilde;o de corretagem e taxa de assessoria imobili&aacute;ria.<br />
	&nbsp;<br />
	De acordo com o voto preferido pelo Desembargador Giffoni Ferreira, as construtoras n&atilde;o s&atilde;o respons&aacute;veis pela devolu&ccedil;&atilde;o, haja vista que as quantias cobradas a t&iacute;tulo de corretagem e taxa SATI n&atilde;o s&atilde;o destinadas ou recebidas por elas, mas sim pelas imobili&aacute;rias que realizam a intermedia&ccedil;&atilde;o do neg&oacute;cio.<br />
	&nbsp;<br />
	Ademais, o Relator assevera que as quantias cobradas s&atilde;o devidas quando o servi&ccedil;o &eacute; efetivamente prestado, de modo a n&atilde;o justificar o pleito de restitui&ccedil;&atilde;o feito pelo comprador.<br />
	&nbsp;<br />
	Para ler a &iacute;ntegra da decis&atilde;o, clique <a href="/Download.aspx?Codigo=234">aqui</a>.</p>
<p><u>marina@fortes.adv.br</u></p>
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		<item>
		<title>Com alíquotas maiores, contribuição sobre a receita bruta não é mais obrigatória</title>
		<link>https://www.fortes.adv.br/2015/12/02/com-aliquotas-maiores-contribuicao-sobre-a-receita-bruta-nao-e-mais-obrigatoria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vinícius de Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Dec 2015 10:15:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 141]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vin&#237;cius de Barros &#8211; Entraram em vigor em 1&#186; de dezembro as altera&#231;&#245;es das regras da contribui&#231;&#227;o previdenci&#225;ria sobre a receita bruta (CPRB), devida por alguns setores da economia, caso das empresas de constru&#231;&#227;o civil, transportes, hotelaria e tecnologia da informa&#231;&#227;o. As altera&#231;&#245;es, provocadas pela Lei Federal n. 13.161 de 2015, s&#227;o basicamente as seguintes: [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Vin&iacute;cius de Barros &#8211;</strong></p>
<p>	Entraram em vigor em 1&ordm; de dezembro as altera&ccedil;&otilde;es das regras da contribui&ccedil;&atilde;o previdenci&aacute;ria sobre a receita bruta (CPRB), devida por alguns setores da economia, caso das empresas de constru&ccedil;&atilde;o civil, transportes, hotelaria e tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o. As altera&ccedil;&otilde;es, provocadas pela Lei Federal n. 13.161 de 2015, s&atilde;o basicamente as seguintes:<br />
	&nbsp;<br />
	a)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>A CPRB n&atilde;o &eacute; mais obrigat&oacute;ria</strong>. As empresas passam a escolher entre pagar a contribui&ccedil;&atilde;o previdenci&aacute;ria sobre a receita bruta ou sobre a folha de sal&aacute;rios (como era calculada antes da cria&ccedil;&atilde;o da CPRB). A op&ccedil;&atilde;o pela CPRB ser&aacute; manifestada mediante o pagamento da contribui&ccedil;&atilde;o incidente sobre a receita bruta relativa a janeiro de cada ano, ou &agrave; primeira compet&ecirc;ncia subsequente para a qual haja receita bruta apurada, e ser&aacute; irretrat&aacute;vel para todo o ano calend&aacute;rio (excepcionalmente, para o ano de 2015, a op&ccedil;&atilde;o ser&aacute; manifestada mediante o pagamento da contribui&ccedil;&atilde;o incidente sobre a receita bruta relativa a novembro de 2015);<br />
	&nbsp;<br />
	b)&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>As al&iacute;quotas da CPRB foram majoradas</strong> para a maioria dos setores, podendo agora variar de 1% a 4,5%.<br />
	&nbsp;<br />
	Como agora &eacute; poss&iacute;vel escolher entre pagar a contribui&ccedil;&atilde;o previdenci&aacute;ria sobre a receita bruta ou sobre a folha de sal&aacute;rios, as empresas devem avaliar a op&ccedil;&atilde;o mais vantajosa e para tanto devem fazer uma proje&ccedil;&atilde;o anual, tendo em vista que a escolha valer&aacute; para o ano inteiro.</p>
<p>
	<u>vinicius@fortes.adv.br</u></p>
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		<item>
		<title>Quem compra imóvel por &#8216;contrato de gaveta&#8217; não pode mover ação</title>
		<link>https://www.fortes.adv.br/2015/12/02/quem-compra-imovel-por-contrato-de-gaveta-nao-pode-mover-acao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rosana da Silva Antunes Ignacio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Dec 2015 09:39:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 141]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Imobiliária e Urbanística]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte: Consultor Jur&#237;dico Quem adquire im&#243;vel por meio do chamado &#34;contrato de gaveta&#34; n&#227;o tem legitimidade para requerer a revis&#227;o de cl&#225;usulas ou qualquer um dos direitos do mutu&#225;rio original. Com esse entendimento, a 5&#170; Turma Especializada do Tribunal Regional Federal da 2&#170; Regi&#227;o (RJ e ES) manteve a decis&#227;o de primeira inst&#226;ncia que negou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>	Fonte: <strong>Consultor Jur&iacute;dico </strong></p>
<p>	Quem adquire im&oacute;vel por meio do chamado &quot;contrato de gaveta&quot; n&atilde;o tem legitimidade para requerer a revis&atilde;o de cl&aacute;usulas ou qualquer um dos direitos do mutu&aacute;rio original. Com esse entendimento, a 5&ordf; Turma Especializada do Tribunal Regional Federal da 2&ordf; Regi&atilde;o (RJ e ES) manteve a decis&atilde;o de primeira inst&acirc;ncia que negou o pedido de&nbsp;um homem para anular a a&ccedil;&atilde;o extrajudicial movida pela Caixa Econ&ocirc;mica Federal que resultou no leil&atilde;o do im&oacute;vel que comprara nessa condi&ccedil;&atilde;o.<br />
	&nbsp;<br />
	O autor adquiriu o im&oacute;vel de um mutu&aacute;rio do Sistema Financeiro de Habita&ccedil;&atilde;o sem a anu&ecirc;ncia do banco. Para o colegiado, quem adquire im&oacute;vel financiado por meio de cess&atilde;o de direitos e obriga&ccedil;&otilde;es, sem o conhecimento da institui&ccedil;&atilde;o financeira, torna-se um cession&aacute;rio ou gaveteiro e &eacute; parte totalmente desconhecida para esse agente financeiro. Por isso, n&atilde;o tem legitimidade ativa para requerer a revis&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es ajustadas ou pleitear, em nome pr&oacute;prio, direito que seria do mutu&aacute;rio original.<br />
	&nbsp;<br />
	O desembargador Marcus Abraham, que relatou o caso, destacou que o cession&aacute;rio s&oacute; tem legitimidade ativa quando o contrato origin&aacute;rio possui a cobertura do Fundo de Compensa&ccedil;&atilde;o de Varia&ccedil;&otilde;es Salariais (FCVS) e o contrato de cess&atilde;o foi firmado at&eacute; 25 de outubro de 1996. <em>&ldquo;S&atilde;o condi&ccedil;&otilde;es cumulativas. No caso dos autos, o contrato n&atilde;o possui a cobertura do FCVS, o que de pronto afasta a legitimidade do autor, ainda que a promessa de compra e venda tenha sido firmada em 26 de fevereiro de 1993&rdquo;</em>, destacou.<br />
	&nbsp;<br />
	Segundo o relator, a alega&ccedil;&atilde;o do autor de que pagou todas as parcelas do prazo regulamentar do contrato, mas que n&atilde;o teria apresentado os recibos porque n&atilde;o fora notificado da d&iacute;vida que levou &agrave; execu&ccedil;&atilde;o do im&oacute;vel, n&atilde;o &eacute; causa de anula&ccedil;&atilde;o da cobran&ccedil;a pela Caixa. &Eacute; que o agente financeiro tem a obriga&ccedil;&atilde;o de notificar o mutu&aacute;rio original, e n&atilde;o o cession&aacute;rio ou um poss&iacute;vel ocupante do im&oacute;vel, mesmo nos casos dos chamados contratos de gaveta.<br />
	&nbsp;<br />
	<em>&ldquo;Por certo, a Lei 10.150/2000 alterou os crit&eacute;rios para a formaliza&ccedil;&atilde;o da transfer&ecirc;ncia de financiamentos, mas isso n&atilde;o implica que reconheceu incondicionalmente toda e qualquer subrroga&ccedil;&atilde;o&rdquo;</em>, afirmou o relator.&nbsp;<em>Com informa&ccedil;&otilde;es da Assessoria de Imprensa do TRF-2.</em><br />
	&nbsp;<br />
	<strong>Processo&nbsp;0046066-49.2012.4.02.5101. Leia o ac&oacute;rd&atilde;o <a href="/Download.aspx?Codigo=233"><u>aqui</u></a>.</p>
<p>
	Rosana da Silva Antunes</strong><br />
	rosana@fortes.adv.br<br />
	&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Corrupção Privada no Brasil</title>
		<link>https://www.fortes.adv.br/2015/12/01/corrupcao-privada-no-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Orlando Quintino Martins Neto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2015 16:08:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 141]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Orlando Quintino Martins Neto &#8211; As recentes investiga&#231;&#245;es realizadas pela pol&#237;cia federal brasileira, como a Opera&#231;&#227;o Lava Jato, Zelotes, Erga Omnes e etc., e principalmente o chamado &#8220;caso FIFA&#8221;, investigado pelo FBI, pol&#237;cia federal Norte Americana, deram origem a um assunto que vem sendo bastante discutido: corrup&#231;&#227;o privada &#233; considerada crime no Brasil? &#160; A [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Orlando Quintino Martins Neto &#8211;</strong></p>
<p>
	As recentes investiga&ccedil;&otilde;es realizadas pela pol&iacute;cia federal brasileira, como a Opera&ccedil;&atilde;o Lava Jato, Zelotes, Erga Omnes e etc., e principalmente o chamado &ldquo;caso FIFA&rdquo;, investigado pelo FBI, pol&iacute;cia federal Norte Americana, deram origem a um assunto que vem sendo bastante discutido: corrup&ccedil;&atilde;o privada &eacute; considerada crime no Brasil?<br />
	&nbsp;<br />
	A Lei Federal 12.846/13 tipifica como crime de corrup&ccedil;&atilde;o, dentre outras condutas, &ldquo;<em>prometer, oferecer ou dar, direta ou indiretamente, vantagem indevida <strong>a agente p&uacute;blico</strong>, ou a terceira pessoa a ele relacionada</em>&rdquo;. Os artigos 317 e 333 do atual C&oacute;digo Penal Brasileiro tamb&eacute;m falam em oferecer vantagem indevida a <strong>funcion&aacute;rio p&uacute;blico</strong>.<br />
	&nbsp;<br />
	Como se v&ecirc;, referidas normas fazem men&ccedil;&atilde;o expressa ao envolvimento de agentes p&uacute;blicos na conduta il&iacute;cita. Atualmente, n&atilde;o h&aacute; tipifica&ccedil;&atilde;o expressa na legisla&ccedil;&atilde;o penal brasileira para a chamada corrup&ccedil;&atilde;o privada, embora a pr&aacute;tica, em alguns casos, possa ser interpretada como crime de estelionato.<br />
	&nbsp;<br />
	O Projeto de Lei do Senado Federal 236/2012 (novo C&oacute;digo Penal), se aprovado, deve tipificar a corrup&ccedil;&atilde;o privada como crime. O texto diz: &ldquo;<em>Exigir, solicitar, aceitar ou receber vantagem indevida, como representante de empresa ou institui&ccedil;&atilde;o privada, para favorecer a si ou a terceiros, direta ou indiretamente, ou aceitar promessa de vantagem indevida para favorecer a si ou a terceiro, a fim de realizar ou omitir ato inerente a suas atribui&ccedil;&otilde;es</em>.&rdquo;.<br />
	&nbsp;<br />
	A pena deve ser de 1 a 4 anos de reclus&atilde;o. Um par&aacute;grafo estabelece ainda que nas mesmas penas incorre quem oferece, promete, entrega ou paga, direta ou indiretamente, as mesmas vantagens.<br />
	&nbsp;<br />
	O projeto est&aacute; tr&acirc;mite no Senado Federal e, desde outubro/2015, aguarda a designa&ccedil;&atilde;o de um Relator.<br />
	&nbsp;<br />
	Ou seja, atualmente, para que a corrup&ccedil;&atilde;o seja considerada crime no Brasil, necessariamente h&aacute; necessidade de envolvimento de um &oacute;rg&atilde;o ou agente p&uacute;blico. Mas isso tende a acabar com a entrada em vigor do Novo C&oacute;digo Penal.</p>
<p><u>orlando@fortes.adv.br</u><br />
&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Exigência de documento emitido pela Receita Federal dificulta o registro de empresas na Junta Comercial</title>
		<link>https://www.fortes.adv.br/2015/11/30/exigencia-de-documento-emitido-pela-receita-federal-dificulta-o-registro-de-empresas-na-junta-comercial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Teixeira Fortes Advogados Associados]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2015 04:06:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 141]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Gabriela de Andrade Coelho Terini &#8211; Para registro de contrato social de constitui&#231;&#227;o, altera&#231;&#227;o de s&#243;cios, endere&#231;o, cria&#231;&#227;o de filial, entre outros, perante as Juntas Comerciais, as empresas precisam apresentar o DBE (Documento B&#225;sico de Entrada) emitido pela Receita Federal. A Junta Comercial do Estado de S&#227;o Paulo &#8211; JUCESP, exige o DBE com base [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong style="outline: none; font-family: Tahoma; font-size: 13px; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;">Gabriela de Andrade Coelho Terini &#8211;</strong></p>
<p>	Para registro de contrato social de constitui&ccedil;&atilde;o, altera&ccedil;&atilde;o de s&oacute;cios, endere&ccedil;o, cria&ccedil;&atilde;o de filial, entre outros, perante as Juntas Comerciais, as empresas precisam apresentar o DBE (Documento B&aacute;sico de Entrada) emitido pela Receita Federal.</p>
<p>	A Junta Comercial do Estado de S&atilde;o Paulo &ndash; JUCESP, exige o DBE com base na Portaria n&ordm; 6, de 2013. O documento &eacute; fruto de um conv&ecirc;nio firmado entre a Receita Federal e as Fazendas estaduais para acompanhamento da situa&ccedil;&atilde;o da empresa, como informa&ccedil;&otilde;es sobre os administradores, CNPJ e de quem poderia assinar em nome da sociedade.</p>
<p>	Sem referido documento, a Junta Comercial n&atilde;o faz o registro do contrato social ou altera&ccedil;&atilde;o da sociedade.</p>
<p>	Na JUCESP, a an&aacute;lise do DBE envolve a Secretaria da Fazenda Estadual, que pode fazer uma s&eacute;rie de exig&ecirc;ncias para o deferimento do documento, como por exemplo: apresenta&ccedil;&atilde;o, no prazo de 15 dias, de contrato de loca&ccedil;&atilde;o, contrato social, carn&ecirc; do IPTU, etc.</p>
<p>	A an&aacute;lise dos documentos pelo Posto Fiscal, a partir da entrega dos documentos, pode perdurar por mais de 30 dias, principalmente nos casos em que h&aacute; necessidade de fiscaliza&ccedil;&atilde;o no endere&ccedil;o da sociedade.</p>
<p>	A sociedade, normalmente, tem pressa para fazer o registro de seu contrato social e sofre com a demora da an&aacute;lise dos documentos.</p>
<p>	Uma empresa paulista obteve uma liminar na Justi&ccedil;a que a liberou da apresenta&ccedil;&atilde;o do DBE. Ao analisar o caso, a ju&iacute;za da 26&ordf; Vara C&iacute;vel Federal de S&atilde;o Paulo, determinou n&atilde;o haver necessidade de apresenta&ccedil;&atilde;o porque n&atilde;o h&aacute; lei que preveja isso. No caso, a empresa n&atilde;o conseguia expedir o DBE em raz&atilde;o da exist&ecirc;ncia de pend&ecirc;ncia com o Fisco paulista. Ela n&atilde;o apresentou &agrave; Fazenda estadual as guias de informa&ccedil;&atilde;o e apura&ccedil;&atilde;o do ICMS (GIAS). No processo, alegou que a exig&ecirc;ncia n&atilde;o poderia impedir o registro de seus atos. Seria uma viola&ccedil;&atilde;o ao princ&iacute;pio da legalidade, por n&atilde;o existir lei que seja base para a exig&ecirc;ncia.</p>
<p>	O DBE foi criado para agilizar a atualiza&ccedil;&atilde;o das empresas perante os &oacute;rg&atilde;os, contudo, h&aacute; casos em que dificultam e impedem a empresa de realizar suas atividades, pois n&atilde;o conseguem registrar o contrato social ou sua altera&ccedil;&atilde;o, necessitando, assim, recorrer ao Poder Judici&aacute;rio.</p>
<p>	gabriela@fortes.adv.br&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.fortes.adv.br/2015/11/30/exigencia-de-documento-emitido-pela-receita-federal-dificulta-o-registro-de-empresas-na-junta-comercial/">Exigência de documento emitido pela Receita Federal dificulta o registro de empresas na Junta Comercial</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fortes.adv.br">Teixeira Fortes Advogados Associados</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Multa excessiva em cláusula penal de contrato deve ser reduzida, não declarada nula</title>
		<link>https://www.fortes.adv.br/2015/11/27/multa-excessiva-em-clausula-penal-de-contrato-deve-ser-reduzida-nao-declarada-nula/</link>
					<comments>https://www.fortes.adv.br/2015/11/27/multa-excessiva-em-clausula-penal-de-contrato-deve-ser-reduzida-nao-declarada-nula/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Patricia Costa Agi Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Nov 2015 20:14:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 141]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte: Site do Superior Tribunal de Justi&#231;a A multa excessiva prevista em cl&#225;usula penal de contrato deve ser reduzida a patamar razo&#225;vel, n&#227;o podendo ser simplesmente declarada nula. O entendimento foi adotado pela Terceira Turma do Superior Tribunal de Justi&#231;a (STJ) ao julgar disputa entre uma administradora de cart&#245;es de cr&#233;dito e uma empresa de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>	<strong>Fonte: Site do Superior Tribunal de Justi&ccedil;a</strong></p>
<p>	A multa excessiva prevista em cl&aacute;usula penal de contrato deve ser reduzida a patamar razo&aacute;vel, n&atilde;o podendo ser simplesmente declarada nula. O entendimento foi adotado pela Terceira Turma do Superior Tribunal de Justi&ccedil;a (STJ) ao julgar disputa entre uma administradora de cart&otilde;es de cr&eacute;dito e uma empresa de loca&ccedil;&atilde;o de banco de dados, em contrato de loca&ccedil;&atilde;o de banco de dados cujo processo de filtragem utiliza o m&eacute;todo&nbsp;<em>merge and purge</em>.</p>
<p>	O relator &eacute; o ministro Villas B&ocirc;as Cueva. A multa contratual foi estipulada em valor superior ao da obriga&ccedil;&atilde;o principal. Para o magistrado, constatado o excesso da cl&aacute;usula penal, o juiz deve reduzi-la conforme as obriga&ccedil;&otilde;es cumpridas, observadas a natureza e a finalidade do contrato.</p>
<p>	A administradora de cart&otilde;es alugou o banco de dados para realizar a&ccedil;&otilde;es de&nbsp;<em>marketing&nbsp;</em>por telefone e mala-direta. O contrato foi baseado na ado&ccedil;&atilde;o do processo de filtragem denominado&nbsp;<em>merge and purge</em>&nbsp;(fus&atilde;o e expurgo), que consiste no cruzamento de dados, de modo a eliminar duplicidade de registros.</p>
<p>	<strong>Duplo cruzamento:</strong></p>
<p>	No caso, a administradora cruzou seu banco de dados com o de seus clientes e, posteriormente, com o banco de dados do Serasa para evitar contato com consumidores negativados. Isso reduziu os 3,2 milh&otilde;es de nomes locados para 1,8 milh&atilde;o, no primeiro cruzamento, e depois para 450 mil, na segunda filtragem. A empresa de loca&ccedil;&atilde;o do banco de dados sustentou que o duplo cruzamento n&atilde;o teria sido autorizado em contrato. O pagamento seria por cada nome utilizado.</p>
<p>	O ministro afastou a alega&ccedil;&atilde;o da administradora de cart&otilde;es de que se trataria de contrato de ades&atilde;o, elaborado unilateralmente, e de que haveria ambiguidade nas cl&aacute;usulas. Para Villas B&ocirc;as Cueva, a inexist&ecirc;ncia de cl&aacute;usulas padronizadas, o objeto singular do contrato (loca&ccedil;&atilde;o de banco de dados), a ado&ccedil;&atilde;o do m&eacute;todo de filtragem&nbsp;<em>merge and purge</em>, o valor estipulado e outras peculiaridades afastam o car&aacute;ter impositivo e unilateral da aven&ccedil;a. Assim, n&atilde;o deve ser aplicado o disposto no&nbsp;<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/L10406.htm#art423" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>artigo 423</strong></a>&nbsp;do C&oacute;digo Civil.</p>
<p>	Quanto &agrave; multa contra a administradora de cart&otilde;es, a turma reconheceu a obriga&ccedil;&atilde;o do pagamento de 20% do valor da condena&ccedil;&atilde;o, que foi de aproximadamente R$ 400 mil. A condena&ccedil;&atilde;o corresponde &agrave; extens&atilde;o das obriga&ccedil;&otilde;es n&atilde;o cumpridas, isto &eacute;, o pagamento pelos dados de pessoas efetivamente utilizados e a indiscut&iacute;vel d&uacute;vida sobre o alcance da cl&aacute;usula que estabeleceu o m&eacute;todo&nbsp;<em>merge and purge</em>.</p>
<p>	Leia o&nbsp;<a href="https://ww2.stj.jus.br/processo/revista/documento/mediado/?componente=ITA&amp;sequencial=1462644&amp;num_registro=201303922303&amp;data=20151116&amp;formato=PDF" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>ac&oacute;rd&atilde;o</strong></a>.</p>
<p>
	Patr&iacute;cia Costa Agi Couto<br />
	patricia@fortes.adv.br<br />
	&nbsp;</p>
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