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	<title>Categoria Edição 26 - Teixeira Fortes Advogados Associados</title>
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		<title>Apoio ao esporte pode beneficiar os contribuintes do ICMS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Teixeira Fortes Advogados Associados]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Apr 2010 21:15:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 26]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com o Decreto n. 55.636/10 do Estado de São Paulo, o contribuinte do ICMS que apoiar financeiramente projeto desportivo credenciado pela Secretaria de Esporte, Lazer e Turismo no âmbito do Programa de Incentivo ao Esporte poderá creditar-se, total ou parcialmente, do valor destinado ao patrocínio do projeto. Esse programa ainda depende de regulamentação, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com o Decreto n. 55.636/10 do Estado de São Paulo, o contribuinte do ICMS que apoiar financeiramente projeto desportivo credenciado pela Secretaria de Esporte, Lazer e Turismo no âmbito do Programa de Incentivo ao Esporte poderá creditar-se, total ou parcialmente, do valor destinado ao patrocínio do projeto. Esse programa ainda depende de regulamentação, mas já foi adiantado que o crédito fica condicionado a que o contribuinte esteja previamente credenciado e habilitado pela Secretaria da Fazenda, em situação regular perante o fisco e tenha apurado imposto a recolher no ano imediatamente anterior ou em outro período.</p>
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		<title>Governo de São Paulo começa a restituir IPVA de veículos roubados</title>
		<link>https://www.fortes.adv.br/2010/04/25/governo-de-sao-paulo-comeca-a-restituir-ipva-de-veiculos-roubados/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Teixeira Fortes Advogados Associados]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Apr 2010 21:15:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 26]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo de São Paulo começou a devolver o imposto sobre a propriedade de veículos automotores (IPVA) aos contribuintes que tiveram seus veículos furtados ou roubados em território paulista no ano de 2009, conforme previsto na redação atual do artigo 11 da Lei Estadual n. 6.606/89. O valor é proporcional à razão de 1/12 por [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="textoCinza">O governo de São Paulo começou a devolver o imposto sobre a propriedade de veículos automotores (IPVA) aos contribuintes que tiveram seus veículos furtados ou roubados em território paulista no ano de 2009, conforme previsto na redação atual do artigo 11 da Lei Estadual n. 6.606/89. O valor é proporcional à razão de 1/12 por mês de privação dos direitos de propriedade e beneficia os contribuintes que pagaram o imposto e que não tenham débitos perante a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. Exemplificando: o contribuinte que pagou integralmente o IPVA de 2009 e teve o veículo roubado em abril do mesmo ano, terá direito a receber, no ano seguinte, 8/12 do valor do imposto pago, caso o veículo não tenha sido recuperado no mesmo exercício. A princípio o contribuinte não precisa fazer a solicitação da restituição. Basta o registro do boletim de ocorrência e a devolução é automática. Porém, se por alguma razão a restituição não for processada automaticamente, o interessado poderá requerer a devolução pessoalmente, em qualquer posto de atendimento ao contribuinte da Secretaria da Fazenda. A relação dos contribuintes com o respectivo valor da restituição pode ser consultada na página eletrônica da Secretaria da Fazenda www.fazenda.sp.gov.br.</span><br />
<a id="RptLista_ctl03_LnkLeiaMais" class="lnk-vistos" href="https://rdi.fortes.adv.br/exchweb/bin/redir.asp?URL=http://www.fazenda.sp.gov.br/">&#8230; Ver</a></p>
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		<title>Comerciante que se recusar a receber cheque pode pagar danos morais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Teixeira Fortes Advogados Associados]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Apr 2010 21:14:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 26]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estabelecimento comercial não é obrigado a aceitar cheque. Contudo, ao admitir essa forma de pagamento, o estabelecimento só pode recusar o seu recebimento se tiver uma justa causa &#8211; como, por exemplo, a existência de restrição em nome do emitente do cheque nos órgãos de restrição de crédito. Caso contrário, se recusar o cheque [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O estabelecimento comercial não é obrigado a aceitar cheque. Contudo, ao admitir essa forma de pagamento, o estabelecimento só pode recusar o seu recebimento se tiver uma justa causa &#8211; como, por exemplo, a existência de restrição em nome do emitente do cheque nos órgãos de restrição de crédito. Caso contrário, se recusar o cheque sem justo motivo, o comerciante pode ser condenado a pagar indenização por danos morais ao consumidor, na hipótese deste se sentir lesado com a situação e levar o caso para o judiciário. Esse entendimento partiu do Superior Tribunal de Justiça em recente julgamento de um caso no qual uma consumidora teve que pagar uma compra com cartão de débito, pois o estabelecimento comercial, que admitia o pagamento por cheque, recusou o título da consumidora sob a alegação de que sua conta não tinha fundos, fato que, no entanto, não era verdade, uma vez que a realização do pagamento com o cartão de débito comprovou que ela tinha saldo suficiente para a compra. De acordo com o STJ &#8220;o estabelecimento comercial, ao possibilitar, inicialmente, o pagamento de mercadoria por este meio, renunciou a sua faculdade de aceitação e se obrigou a demonstrar a justa causa na recusa.&#8221;</p>
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		<title>A Súmula 419/STJ. Carta de alforria para o depositário infiel?</title>
		<link>https://www.fortes.adv.br/2010/04/15/a-sumula-419stj-carta-de-alforria-para-o-depositario-infiel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Patricia Costa Agi Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 12:30:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 26]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>S&#250;mula 419/STJ: &#34;Descabe a pris&#227;o civil do deposit&#225;rio judicial infiel&#34;. A edi&#231;&#227;o da nova S&#250;mula vem pacificar o entendimento desde h&#225; muito adotado pelas Cortes Superiores quanto &#224; impossibilidade de pris&#227;o civil do deposit&#225;rio judicial infiel. A discuss&#227;o acerca da pris&#227;o civil, agora transformada em S&#250;mula, teve origem no julgamento do Habeas Corpus 87585/TO pelo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="008PARGRAFO" style="text-indent: 0cm; margin: 24pt 0cm 12pt 9.6pt; mso-list: none; tab-stops: 35.4pt">
	<span lang="X-NONE"><font size="3"><font face="Tahoma">S&uacute;mula 419/STJ: <span class="010ITLICOpalavra"><em>&quot;Descabe a pris&atilde;o civil do deposit&aacute;rio judicial infiel&quot;.<o:p></o:p></em></span></font></font></span></p>
<p class="008PARGRAFO" style="text-indent: 0cm; margin: 24pt 0cm 12pt 9.6pt; mso-list: none; tab-stops: 35.4pt">
	<span lang="X-NONE"><font face="Tahoma" size="3">A edi&ccedil;&atilde;o da nova S&uacute;mula vem pacificar o entendimento desde h&aacute; muito adotado pelas Cortes Superiores quanto &agrave; impossibilidade de pris&atilde;o civil do deposit&aacute;rio judicial infiel.</font></span></p>
<p class="008PARGRAFO" style="text-indent: 0cm; margin: 24pt 0cm 12pt 9.6pt; mso-list: none; tab-stops: 35.4pt">
	<span lang="X-NONE"><font size="3"><font face="Tahoma">A discuss&atilde;o acerca da pris&atilde;o civil, agora transformada em S&uacute;mula, teve origem no julgamento do Habeas Corpus 87585/TO pelo Supremo Tribunal Federal que, em 03/12/08 adotou a seguinte orienta&ccedil;&atilde;o: <span class="010ITLICOpalavra"><em>&ldquo;DEPOSIT&Aacute;RIO INFIEL &#8211; PRIS&Atilde;O. A subscri&ccedil;&atilde;o pelo Brasil do Pacto de S&atilde;o Jos&eacute; da Costa Rica, limitando a pris&atilde;o civil por d&iacute;vida ao descumprimento inescus&aacute;vel de presta&ccedil;&atilde;o aliment&iacute;cia, implicou a derroga&ccedil;&atilde;o das normas estritamente legais referentes &agrave; pris&atilde;o do deposit&aacute;rio infiel.&rdquo;<o:p></o:p></em></span></font></font></span></p>
<p class="008PARGRAFO" style="text-indent: 0cm; margin: 24pt 0cm 12pt 9.6pt; mso-list: none; tab-stops: 35.4pt">
	<span lang="X-NONE"><font size="3"><font face="Tahoma">Em 02/12/09, o Superior Tribunal de Justi&ccedil;a julgou o Recurso Especial 914.253-SP adotando posicionamento id&ecirc;ntico: <span class="010ITLICOpalavra"><em>&ldquo;Processo Civil. Tribut&aacute;rio. Recurso Especial representativo da controv&eacute;rsia. Art. 543-C do CPC. Deposit&aacute;rio infiel. Pacto de S&atilde;o Jos&eacute; da Costa Rica. Emenda Constitucional n&ordm; 45/2004. Dignidade da pessoa humana. Novel posicionamento adotado pela Suprema Corte.&rdquo; <o:p></o:p></em></span></font></font></span></p>
<p class="008PARGRAFO" style="text-indent: 0cm; margin: 24pt 0cm 12pt 9.6pt; mso-list: none; tab-stops: 35.4pt">
	<span lang="X-NONE"><font face="Tahoma" size="3">Se os julgados precursores j&aacute; orientavam os Tribunais no sentido de que n&atilde;o era mais admiss&iacute;vel a pris&atilde;o civil por d&iacute;vida &ndash; com exce&ccedil;&atilde;o &agrave; obriga&ccedil;&atilde;o aliment&iacute;cia &ndash;, agora, com a S&uacute;mula <st1:metricconverter productid="419, a" w:st="on">419, a</st1:metricconverter> quest&atilde;o parece estar sedimentada.</font></span></p>
<p class="008PARGRAFO" style="text-indent: 0cm; margin: 24pt 0cm 12pt 9.6pt; mso-list: none; tab-stops: 35.4pt">
	<span lang="X-NONE"><font face="Tahoma" size="3">Mas n&atilde;o confunda a aboli&ccedil;&atilde;o da pris&atilde;o civil para o deposit&aacute;rio infiel como alforria para o devedor. Afastou-se, t&atilde;o somente, a pris&atilde;o civil. Prevalece a responsabiliza&ccedil;&atilde;o criminal. O deposit&aacute;rio que deixar de apresentar bens que estejam sob sua guarda e responsabilidade dever&aacute; responder pela tipifica&ccedil;&atilde;o penal correspondente, podendo at&eacute; ser preso se condenado ao final do processo.</font></span></p>
<p class="008PARGRAFO" style="text-indent: 0cm; margin: 24pt 0cm 12pt 9.6pt; mso-list: none; tab-stops: 35.4pt">
	<span lang="X-NONE"><font size="3"><font face="Tahoma">O delito, por exemplo, est&aacute; previsto no artigo 168, &sect;1&ordm;, II, do C&oacute;digo Penal,: <em><span class="010ITLICOpalavra">&ldquo;Apropria&ccedil;&atilde;o ind&eacute;bita. Art. 168 &#8211; Apropriar-se de coisa alheia m&oacute;vel, de que tem a posse ou a deten&ccedil;&atilde;o: Pena &#8211; reclus&atilde;o, de um a quatro anos, e multa. Aumento de pena. &sect; 1&ordm; &#8211; A pena &eacute; aumentada de um ter&ccedil;o, quando o agente recebeu a coisa: (&#8230;); II &#8211; na qualidade de tutor, curador, s&iacute;ndico, liquidat&aacute;rio, inventariante, testamenteiro ou </span><span class="009NEGRITOITALICO"><strong>deposit&aacute;rio judicial</strong></span><span class="010ITLICOpalavra">;(&#8230;)&rdquo;<o:p></o:p></span></em></font></font></span></p>
<p class="008PARGRAFO" style="text-indent: 0cm; margin: 24pt 0cm 12pt 9.6pt; mso-list: none; tab-stops: 35.4pt">
	<span lang="X-NONE"><font size="3"><font face="Tahoma">Confira-se: <span class="010ITLICOpalavra"><em>&ldquo;PENAL. APROPRIA&Ccedil;&Atilde;O IND&Eacute;BITA. GR&Atilde;OS <st1:personname productid="EM DEP?SITO. AUS?NCIA DE" w:st="on">EM DEP&Oacute;SITO. AUS&Ecirc;NCIA DE</st1:personname> PER&Iacute;CIA T&Eacute;CNICA. CERCEAMENTO DE DEFESA. INEXIST&Ecirc;NCIA. CONTRATO DE DEP&Oacute;SITO. TRANSFER&Ecirc;NCIA DA PROPRIEDADE. INOCORR&Ecirc;NCIA. ANIMUS REM SIBI HABENDI. COMPROVA&Ccedil;&Atilde;O. PRIS&Atilde;O POR D&Iacute;VIDA. INOCORR&Ecirc;NCIA. IL&Iacute;CITO PENAL.&rdquo; </em></span><span class="010ITLICOpalavra"><span style="font-style: normal; mso-bidi-font-style: italic">(</span></span><span class="009Normalpalavra">N&ordm; <a href="http://www.trf4.jus.br/trf4/processos/visualizar_documento_gedpro.php?local=trf4&amp;documento=43903&amp;hash=23bd95a58c5ba4c9cf11ccbd72269546"><span style="color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none">2003.04.01.036521-8</span></a> do TRF4, de 16/12/03)</span><span class="010ITLICOpalavra"><o:p></o:p></span></font></font></span></p>
<p class="008PARGRAFO" style="text-indent: 0cm; margin: 24pt 0cm 12pt 9.6pt; mso-list: none; tab-stops: 35.4pt">
	<span lang="X-NONE"><font face="Tahoma" size="3">Tem mais. Artigo 171, inciso II do mesmo diploma legal: </font><a name="art171"></a><span class="010ITLICOpalavra"><em><font face="Tahoma" size="3">&ldquo;Estelionato. Art. 171, II &#8211; Aliena&ccedil;&atilde;o ou onera&ccedil;&atilde;o fraudulenta de coisa pr&oacute;pria (&#8230;) II &#8211; <b style="mso-bidi-font-weight: normal">vende, permuta, d&aacute; em pagamento ou em garantia coisa pr&oacute;pria</b> inalien&aacute;vel, gravada de &ocirc;nus ou <b style="mso-bidi-font-weight: normal">litigiosa</b>, ou im&oacute;vel que prometeu vender a terceiro, mediante pagamento em presta&ccedil;&otilde;es, silenciando sobre qualquer dessas circunst&acirc;ncias.</font></em></span></span></p>
<p class="008PARGRAFO" style="text-indent: 0cm; margin: 24pt 0cm 12pt 9.6pt; mso-list: none; tab-stops: 35.4pt">
	<span lang="X-NONE"><font face="Tahoma" size="3">Portanto, n&atilde;o deve subsistir a ideia de impunidade para o deposit&aacute;rio infiel que descumpre a sua obriga&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o h&aacute; mais, de fato, a possibilidade da pris&atilde;o civil, aquela <st1:personname productid="em flagrante. Mas" w:st="on">em flagrante. Mas</st1:personname> a pris&atilde;o na esfera criminal poder&aacute; ocorrer sempre que os delitos aqui mencionados forem violados.</font></span></p>
<p class="008PARGRAFO" style="text-indent: 0cm; margin: 24pt 0cm 12pt 9.6pt; mso-list: none; tab-stops: 35.4pt">
	<span lang="X-NONE"><font face="Tahoma" size="3">Patr&iacute;cia Costa Agi Couto<br />
	<a href="mailto:patricia@fortes.adv.br">patricia@fortes.adv.br</a></font></span></p>
<p>O post <a href="https://www.fortes.adv.br/2010/04/15/a-sumula-419stj-carta-de-alforria-para-o-depositario-infiel/">A Súmula 419/STJ. Carta de alforria para o depositário infiel?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fortes.adv.br">Teixeira Fortes Advogados Associados</a>.</p>
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