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	<title>Categoria Edição 167 - Teixeira Fortes Advogados</title>
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	<description>Escritório de Advocacia Premium</description>
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	<item>
		<title>STF deve julgar inconstitucionalidade das contribuições ao SEBRAE e INCRA</title>
		<link>https://www.fortes.adv.br/2017/05/11/stf-deve-julgar-inconstitucionalidade-das-contribuicoes-ao-sebrae-e-incra/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vinícius de Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 May 2017 15:18:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 167]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vinicius de Barros As contribui&#231;&#245;es ao INCRA e SEBRAE est&#227;o na pauta de julgamento do STF, respectivamente nos Recursos Extraordin&#225;rios n 630.898 e 603.624. &#160; &#201; grande a probabilidade dos ministros julgarem as referidas contribui&#231;&#245;es indevidas a partir de 2001, ap&#243;s a Emenda Constitucional n. 33. A pr&#243;pria Procuradoria Geral da Rep&#250;blica se manifestou a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:12px;"><span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;"><strong>Vinicius de Barros</strong></p>
<p>As contribui&ccedil;&otilde;es ao INCRA e SEBRAE est&atilde;o na pauta de julgamento do STF, respectivamente nos Recursos Extraordin&aacute;rios n 630.898 e 603.624.<br />
&nbsp;<br />
&Eacute; grande a probabilidade dos ministros julgarem as referidas contribui&ccedil;&otilde;es indevidas a partir de 2001, ap&oacute;s a Emenda Constitucional n. 33. A pr&oacute;pria Procuradoria Geral da Rep&uacute;blica se manifestou a favor dos contribuintes nos dois casos &ndash; isso n&atilde;o significa que os ministros necessariamente julgar&atilde;o de acordo com a PGR, mas o parecer favor&aacute;vel aos contribuintes inegavelmente atribui &agrave; tese maior for&ccedil;a.<br />
&nbsp;<br />
As teses nos dois casos s&atilde;o semelhantes. Os contribuintes argumentam, em s&iacute;ntese, que o artigo 149, &sect; 2&ordm;, inciso III, da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, autoriza a cobran&ccedil;a das referidas contribui&ccedil;&otilde;es apenas tendo por base o faturamento, a receita bruta ou o valor da opera&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o havendo permiss&atilde;o para a cobran&ccedil;a sobre a folha de sal&aacute;rios, como &eacute; feito atualmente.&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
Sentindo a possibilidade iminente de derrota, a Uni&atilde;o adiantou-se para pedir nos dois casos a modula&ccedil;&atilde;o dos efeitos de eventual decis&atilde;o a favor dos contribuintes. O STF n&atilde;o &eacute; obrigado a fazer a modula&ccedil;&atilde;o &ndash; ainda mais se a Uni&atilde;o n&atilde;o comprovar raz&otilde;es de seguran&ccedil;a jur&iacute;dica ou de excepcional interesse social &ndash;, mas se o fizer, pode decidir que s&oacute; ter&atilde;o direito &agrave; restitui&ccedil;&atilde;o de valores os contribuintes que tenham ingressado com a&ccedil;&atilde;o antes do julgamento dos casos pelo STF.<br />
&nbsp;<br />
Por isso &nbsp;recomendamos que o contribuinte que tiver pago tais contribui&ccedil;&otilde;es ingresse logo em ju&iacute;zo, antes do julgamento pelo STF, para garantir a devolu&ccedil;&atilde;o dos valores pagos indevidamente, caso realmente o julgamento no STF seja favor&aacute;vel e caso ocorra a modula&ccedil;&atilde;o dos efeitos da decis&atilde;o.</span></span></p>
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		<title>Aquisição da Propriedade Imóvel por Acessão.</title>
		<link>https://www.fortes.adv.br/2017/05/10/aquisicao-da-propriedade-imovel-por-acessao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Teixeira Fortes Advogados Associados]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 May 2017 14:23:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 167]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Imobiliária e Urbanística]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Aryane Gomes Vieira Fernandes O artigo 1.248 do C&#243;digo Civil prev&#234; as formas de aquisi&#231;&#227;o da propriedade por acess&#227;o. Considera-se acess&#227;o o modo origin&#225;rio de adquirir, em virtude do qual fica pertencendo ao propriet&#225;rio tudo quanto se une ou se incorpora ao seu bem. Adquire-se a propriedade por acess&#227;o nas seguintes situa&#231;&#245;es: forma&#231;&#227;o de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>	Por <strong>Aryane Gomes Vieira Fernandes</strong></p>
<p>	O artigo 1.248 do C&oacute;digo Civil prev&ecirc; as formas de aquisi&ccedil;&atilde;o da propriedade por acess&atilde;o. Considera-se acess&atilde;o o modo origin&aacute;rio de adquirir, em virtude do qual fica pertencendo ao propriet&aacute;rio tudo quanto se une ou se incorpora ao seu bem. Adquire-se a propriedade por acess&atilde;o nas seguintes situa&ccedil;&otilde;es: forma&ccedil;&atilde;o de ilhas, aluvi&atilde;o, avuls&atilde;o, abandono de &aacute;lveo e planta&ccedil;&otilde;es ou constru&ccedil;&otilde;es. Vejamos a seguir cada uma dessas hip&oacute;teses. Para ler o artigo <u><a href="/Download.aspx?Codigo=295">clique aqui</a></u>.</p>
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		<item>
		<title>Repetitivos definirão possibilidade de, nos casos de atraso na entrega do imóvel, (i) cumular lucros cessantes com cláusula penal e (ii) inverter cláusula penal em favor do consumidor.</title>
		<link>https://www.fortes.adv.br/2017/05/09/repetitivos-definirao-possibilidade-de-nos-casos-de-atraso-na-entrega-do-imovel-i-cumular-lucros-cessantes-com-clausula-penal-e-ii-inverter-clausula-penal-em-favor-do-consumidor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Teixeira Fortes Advogados Associados]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 May 2017 10:28:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 167]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Imobiliária e Urbanística]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Segunda Se&#231;&#227;o do Superior Tribunal de Justi&#231;a (STJ) determinou que sejam suspensas em todo o pa&#237;s a tramita&#231;&#227;o dos processos individuais ou coletivos que discutam, nos casos de atraso na entrega de im&#243;vel em constru&#231;&#227;o, (i) a possibilidade de cumula&#231;&#227;o da indeniza&#231;&#227;o por lucros cessantes com a cl&#225;usula penal, bem como (ii) a possibilidade [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
	A Segunda Se&ccedil;&atilde;o do Superior Tribunal de Justi&ccedil;a (STJ) determinou que sejam suspensas em todo o pa&iacute;s a tramita&ccedil;&atilde;o dos processos individuais ou coletivos que discutam, nos casos de atraso na entrega de im&oacute;vel em constru&ccedil;&atilde;o, (i) a possibilidade de cumula&ccedil;&atilde;o da indeniza&ccedil;&atilde;o por lucros cessantes com a cl&aacute;usula penal, bem como (ii) a possibilidade de invers&atilde;o, em desfavor da construtora, de cl&aacute;usula penal estipulada exclusivamente contra o comprador.</p>
<p style="text-align: justify;">
	As decis&otilde;es foram tomadas pelo colegiado ao determinar a afeta&ccedil;&atilde;o de dois recursos especiais sobre cada assunto (REsp 1.635.428 e REsp 1.498.484 sobre cumula&ccedil;&atilde;o de lucros cessantes com cl&aacute;usula penal e REsp 1.614.721 e REsp 1.631.485 sobre invers&atilde;o de cl&aacute;usula penal) para julgamento pelo rito dos recursos repetitivos (artigo 1.036 do novo C&oacute;digo de Processo Civil). O relator dos processos &eacute; o ministro Luis Felipe Salom&atilde;o.</p>
<p style="text-align: justify;">
	Os temas foram cadastrados, respectivamente, sob os <strong>n&uacute;meros 970 e 971</strong> no sistema de recursos repetitivos, com as seguintes reda&ccedil;&otilde;es:</p>
<p>	<u><strong>Tema 970:</strong></u> &ldquo;Definir acerca da possibilidade ou n&atilde;o de cumula&ccedil;&atilde;o da indeniza&ccedil;&atilde;o por lucros cessantes com a cl&aacute;usula penal, nos casos de inadimplemento do vendedor em virtude do atraso na entrega de im&oacute;vel em constru&ccedil;&atilde;o objeto de contrato ou promessa de compra e venda.&rdquo;</p>
<p style="text-align: justify;">
	<u><strong>Tema 971:</strong></u> &ldquo;Definir acerca da possibilidade ou n&atilde;o de invers&atilde;o, em desfavor da construtora (fornecedor), da cl&aacute;usula penal estipulada exclusivamente para o adquirente (consumidor), nos casos de inadimplemento da construtora em virtude de atraso na entrega de im&oacute;vel em constru&ccedil;&atilde;o objeto de contrato ou de promessa de compra e venda.&rdquo;</p>
<p>	A suspens&atilde;o do tr&acirc;mite dos processos n&atilde;o impede a propositura de novas a&ccedil;&otilde;es ou a celebra&ccedil;&atilde;o de acordos.</p>
<p>	<strong>Natureza compensat&oacute;ria</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
	Em um dos recursos submetidos &agrave; an&aacute;lise da se&ccedil;&atilde;o, o Tribunal de Justi&ccedil;a de Santa Catarina entendeu que a cl&aacute;usula penal possui natureza compensat&oacute;ria, sendo invi&aacute;vel sua cumula&ccedil;&atilde;o com lucros cessantes.</p>
<p style="text-align: justify;">
	Contra o julgamento de segunda inst&acirc;ncia, o consumidor defende a possibilidade de cumula&ccedil;&atilde;o de cl&aacute;usula penal com indeniza&ccedil;&atilde;o por lucros cessantes em virtude da falta da entrega do im&oacute;vel, objeto de promessa de compra e venda, no prazo acordado.</p>
<p>	<strong>Rescis&atilde;o contratual</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
	J&aacute; no outro dos recursos submetidos &agrave; an&aacute;lise da se&ccedil;&atilde;o, o Tribunal de Justi&ccedil;a do Distrito Federal entendeu que, nos casos de rescis&atilde;o contratual em que a mora &eacute; da empresa vendedora e o comprador n&atilde;o quer mais cumprir o contrato, n&atilde;o s&atilde;o devidos lucros cessantes, multa morat&oacute;ria ou invers&atilde;o de cl&aacute;usula penal compensat&oacute;ria, em raz&atilde;o da distin&ccedil;&atilde;o e finalidade de cada um desses institutos.</p>
<p style="text-align: justify;">
	Contra o julgamento de segunda inst&acirc;ncia, o consumidor defende a possibilidade de invers&atilde;o da cl&aacute;usula penal em desfavor da construtora, em virtude de seu inadimplemento ao n&atilde;o entregar o im&oacute;vel.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>	Fonte: STJ</p>
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			</item>
		<item>
		<title>De Dentro de Casa: Litisconsortes respondem proporcionalmente pelas verbas sucumbenciais fixadas em sentença proferida na vigência do Código de Processo Civil de 1973.</title>
		<link>https://www.fortes.adv.br/2017/04/27/de-dentro-de-casa-litisconsortes-respondem-proporcionalmente-pelas-verbas-sucumbenciais-fixadas-em-sentenca-proferida-na-vigencia-do-codigo-de-processo-civil-de-1973/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Teixeira Fortes Advogados Associados]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Apr 2017 17:32:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 167]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Gustavo Antonio Neves da Costa &#160; Por imposi&#231;&#227;o legal, o vencido em processo judicial fica obrigado ao pagamento das verbas sucumbenciais (despesas processuais e honor&#225;rios advocat&#237;cios) ao vencedor. No caso de litiscons&#243;rcio (pluralidade de autores ou r&#233;us nos polos da a&#231;&#227;o), os vencidos respondem proporcionalmente pelas verbas sucumbenciais caso a senten&#231;a tenha sido proferida [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>	Por<strong> Gustavo Antonio Neves da Costa</strong><br />
	&nbsp;<br />
	Por imposi&ccedil;&atilde;o legal, o vencido em processo judicial fica obrigado ao pagamento das verbas sucumbenciais (despesas processuais e honor&aacute;rios advocat&iacute;cios) ao vencedor.</p>
<p>	No caso de litiscons&oacute;rcio (pluralidade de autores ou r&eacute;us nos polos da a&ccedil;&atilde;o), os vencidos respondem proporcionalmente pelas verbas sucumbenciais caso a senten&ccedil;a tenha sido proferida sob a vig&ecirc;ncia do C&oacute;digo de Processo Civil (&ldquo;CPC&rdquo;) de 1973 (vigente at&eacute; 17.03.2016) e n&atilde;o tenha especificado a responsabilidade de cada um deles pelo pagamento das custas, sendo irrelevante se o tr&acirc;nsito em julgado da decis&atilde;o ocorreu na vig&ecirc;ncia do CPC de 2015 (vigente a partir de 18.03.2016), o qual prev&ecirc; responsabilidade solid&aacute;ria (cada devedor como respons&aacute;vel pela integralidade do d&eacute;bito) entre os litisconsortes pelas verbas sucumbenciais.</p>
<p>	Defendendo essa tese, o Teixeira Fortes Advogados reverteu decis&atilde;o que impunha responsabilidade solid&aacute;ria aos vencidos no processo pelo pagamento das verbas sucumbenciais. Segundo a decis&atilde;o recorrida, apesar de proferida sob a vig&ecirc;ncia do CPC de 1973, o tr&acirc;nsito em julgado da senten&ccedil;a ocorreu na vig&ecirc;ncia do CPC de 2015 e n&atilde;o especificava a responsabilidade de cada um dos litisconsortes pelo pagamento, raz&atilde;o pela qual a responsabilidade seria solid&aacute;ria.</p>
<p>	Acolhida a tese recursal, a decis&atilde;o foi reformada pelo Tribunal de Justi&ccedil;a de S&atilde;o Paulo para declarar que o pagamento proporcional feito pelo litisconsorte permite a extin&ccedil;&atilde;o da execu&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o a ele, pois n&atilde;o pode ser considerado respons&aacute;vel pela integralidade do d&eacute;bito, conforme julgado abaixo:</p>
<p>	<em>&ldquo;SUCUMB&Ecirc;NCIA. Condena&ccedil;&atilde;o. Cumprimento de Senten&ccedil;a. A&ccedil;&atilde;o consignat&oacute;ria julgada procedente. Executados que respondem proporcionalmente pela d&iacute;vida. Senten&ccedil;a proferida na &eacute;gide do CPC/73, que n&atilde;o reconhece a solidariedade da obriga&ccedil;&atilde;o pelo pagamento. Intelig&ecirc;ncia do artigo 23 do CPC/73. Regra de direito intertemporal prevista no artigo 14 do CPC/2015. DECIS&Atilde;O REFORMADA. RECURSO PROVIDO.&rdquo;</em></p>
<p>	Para ter acesso &agrave; &iacute;ntegra da decis&atilde;o, <a href="/Download.aspx?Codigo=294">clique aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>De dentro de casa: Créditos cedidos não se submetem aos efeitos da recuperação judicial da cedente.</title>
		<link>https://www.fortes.adv.br/2017/04/12/de-dentro-de-casa-creditos-cedidos-nao-se-submetem-aos-efeitos-da-recuperacao-judicial-da-cedente/</link>
					<comments>https://www.fortes.adv.br/2017/04/12/de-dentro-de-casa-creditos-cedidos-nao-se-submetem-aos-efeitos-da-recuperacao-judicial-da-cedente/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thaís de Souza França]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Apr 2017 08:40:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 167]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por Tha&#237;s de Souza Fran&#231;a &#160; Sob o argumento de necessidade de recomposi&#231;&#227;o de seu caixa, ao distribuir sua recupera&#231;&#227;o judicial uma empresa apresentou pedido liminar para que fosse determinada a devolu&#231;&#227;o dos t&#237;tulos por ela emitidos, vencidos e a vencer, que estivessem na posse de empresas de factoring, fundos de investimento em direitos credit&#243;rios [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>	por <strong>Tha&iacute;s de Souza Fran&ccedil;a</strong><br />
	&nbsp;<br />
	Sob o argumento de necessidade de recomposi&ccedil;&atilde;o de seu caixa, ao distribuir sua recupera&ccedil;&atilde;o judicial uma empresa apresentou pedido liminar para que fosse determinada a devolu&ccedil;&atilde;o dos t&iacute;tulos por ela emitidos, vencidos e a vencer, que estivessem na posse de empresas de factoring, fundos de investimento em direitos credit&oacute;rios e institui&ccedil;&otilde;es financeiras. A vara de origem, em uma interpreta&ccedil;&atilde;o equivocada do artigo 49 da Lei 11.101/2005<a href="#_ftn1" name="_ftnref1" title="">[1]</a>, que n&atilde;o raras vezes &eacute; adotada em recupera&ccedil;&otilde;es judiciais, deferiu o pedido formulado, fixando inclusive multa por descumprimento.</p>
<p>	Em recurso patrocinado pelo Teixeira Fortes Advogados, o Tribunal de Justi&ccedil;a do Rio Grande do Sul acertadamente reconheceu que a opera&ccedil;&atilde;o celebrada se tratou de compra de cr&eacute;ditos, raz&atilde;o pela qual a empresa de factoring se tornou, a partir da cess&atilde;o, a &uacute;nica e verdadeira propriet&aacute;ria dos t&iacute;tulos cedidos, sendo desobrigada, portanto, a devolv&ecirc;-los &agrave; cedente, conforme ementa a seguir:</p>
<p>	<em>&quot;AGRAVO DE INSTRUMENTO. RECUPERA&Ccedil;&Atilde;O JUDICIAL. CONTRATO DE CESS&Atilde;O DE CR&Eacute;DITO COM PAGAMENTO ANTECIPADO. N&Atilde;O SUBMISS&Atilde;O AOS EFEITOS DA RECUPERA&Ccedil;&Atilde;O.<br />
	No caso concreto, o Aditivo ao Contrato de Fomento Mercantil celebrado entre as partes, caracteriza-se como compra de cr&eacute;dito a vista, mediante o qual, a cession&aacute;ria passou a ser titular dos cr&eacute;ditos consubstanciado nos t&iacute;tulos por ela adquiridos mediante pagamento antecipado, nada mais havendo a cobrar ou reclamar da recuperanda. Assim, o contrato n&atilde;o se submete aos efeitos da recupera&ccedil;&atilde;o judicial. AGRAVO PROVIDO.&quot;</em></p>
<p>	Confira a decis&atilde;o na &iacute;ntegra, clicando <a href="/Download.aspx?Codigo=293">aqui</a>.</p>
<p>
	<br clear="all" /></p>
<hr align="left" size="1" width="33%" />
<p>		<a href="#_ftnref1" name="_ftn1" title="">[1]</a> Lei 11.101/2005, artigo 49: &ldquo;Est&atilde;o sujeitos &agrave; recupera&ccedil;&atilde;o judicial todos os cr&eacute;ditos existentes na data do pedido, ainda que n&atilde;o vencidos&rdquo;.</p>
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