<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Categoria Edição 146 - Teixeira Fortes Advogados Associados</title>
	<atom:link href="https://www.fortes.adv.br/vistos-etc/edicao-146/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.fortes.adv.br/vistos-etc/edicao-146/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 16 Dec 2020 00:17:35 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Cédula de crédito bancário e jurisprudência</title>
		<link>https://www.fortes.adv.br/2016/02/18/cedula-de-credito-bancario-e-jurisprudencia/</link>
					<comments>https://www.fortes.adv.br/2016/02/18/cedula-de-credito-bancario-e-jurisprudencia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cylmar Pitelli Teixeira Fortes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Feb 2016 11:04:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 146]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Direito aplicado aos FIDCs]]></category>
		<guid isPermaLink="false"></guid>

					<description><![CDATA[<p>Cylmar Pitelli Teixeira Fortes e Aryane Gomes Vieira Fernandes Valor Econ&#244;mico, Opini&#227;o Jur&#237;dica, 17/02/2016 (clique aqui) A c&#233;dula de cr&#233;dito banc&#225;rio (CCB), atualmente disciplinada pela Lei n&#186; 10.931/2004 (artigos 26 a 45), consiste em um t&#237;tulo executivo extrajudicial emitido em favor de institui&#231;&#227;o financeira ou equiparada. Em rela&#231;&#227;o ao atributo da circularidade, a CCB pode [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.fortes.adv.br/2016/02/18/cedula-de-credito-bancario-e-jurisprudencia/">Cédula de crédito bancário e jurisprudência</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fortes.adv.br">Teixeira Fortes Advogados Associados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Cylmar Pitelli Teixeira Fortes e Aryane Gomes Vieira Fernandes</strong></p>
<p><strong> <span style="font-size:12px;"><span style="font-family: verdana,geneva,sans-serif;"><u><strong>Valor Econ&ocirc;mico</strong>, Opini&atilde;o Jur&iacute;dica, 17/02/2016 (<a href="/Download.aspx?Codigo=239">clique aqui</a>)</u></span></span></strong></p>
<p>
	A c&eacute;dula de cr&eacute;dito banc&aacute;rio (CCB), atualmente disciplinada pela Lei n&ordm; 10.931/2004 (artigos 26 a 45), consiste em um t&iacute;tulo executivo extrajudicial emitido em favor de institui&ccedil;&atilde;o financeira ou equiparada. Em rela&ccedil;&atilde;o ao atributo da circularidade, a CCB pode ser transmitida por endosso em preto, e por expressa previs&atilde;o legal (Lei 10.931, artigo 29, par&aacute;grafo 1&ordm;), o endossat&aacute;rio pode exigir do devedor os juros e encargos previstos originalmente, ainda que n&atilde;o seja uma institui&ccedil;&atilde;o financeira ou equiparada.</p>
<p>	S&atilde;o comuns no mercado opera&ccedil;&otilde;es em que Fundos de Investimento em Direitos Credit&oacute;rios (FIDC&#39;s) adquirem CCB&#39;s de Bancos. Em tais casos, como previsto em lei, a taxa de juros devida pelo emitente ao FIDC &eacute; aquela pactuada originalmente. Entretanto, recentes decis&otilde;es proferidas pela 22&ordf; C&acirc;mara de Direito Privado do Egr&eacute;gio Tribunal de Justi&ccedil;a do Estado de S&atilde;o Paulo v&ecirc;m negando essa possibilidade, decidindo de forma diametralmente oposta ao que disp&otilde;e a lei e causando certa apreens&atilde;o (Apela&ccedil;&otilde;es n&ordm; s 0001561-69.2011.8.26.0262, 1014277-53.2014.8.26.0506 e 1004179-18.2014.8.26.0309).</p>
<p>	Em apertada s&iacute;ntese, tais decis&otilde;es sustentam que (i) uma entidade n&atilde;o financeira n&atilde;o poderia exigir taxa de juros superior ao teto legal &#8211; o que &eacute; permitido apenas &agrave;s institui&ccedil;&otilde;es integrantes do Sistema Financeiro Nacional -, posto sujeita &agrave;s limita&ccedil;&otilde;es da Lei da Usura e do C&oacute;digo Civil; e que (ii) o artigo 192 da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal reservou &agrave; Lei Complementar compet&ecirc;ncia privativa para regular o sistema financeiro, e assim a disposi&ccedil;&atilde;o da lei ordin&aacute;ria, que autoriza a circula&ccedil;&atilde;o da CCB a entidades de fora do sistema com manuten&ccedil;&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es origin&aacute;rias, padeceria do v&iacute;cio da inconstitucionalidade.</p>
<p>	<strong><em>Sob o prisma da justi&ccedil;a, tampouco nos parece defens&aacute;vel beneficiar o devedor com redu&ccedil;&atilde;o dos juros porque o cr&eacute;dito foi transmitido.</em></strong></p>
<p>	Em outras palavras, segundo tal entendimento, Fundos e entidades de fora do sistema financeiro n&atilde;o podem cobrar dos emitentes de CCB&#39;s as taxas originalmente negociadas com os bancos, estando limitados a 1% a.m. Na pr&aacute;tica, caso afinal confirmadas, tais decis&otilde;es restringir&atilde;o as negocia&ccedil;&otilde;es com CCB&#39;s apenas ao &acirc;mbito do mercado financeiro, fazendo cessar importante linha de opera&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>	Conquanto plena de juridicidade a afirma&ccedil;&atilde;o sobre a impossibilidade de cobran&ccedil;a de juros, fora do sistema financeiro, acima dos limites da Lei da Usura e do C&oacute;digo Civil (1% a.m.), &eacute; da lei a exce&ccedil;&atilde;o para os endossat&aacute;rios de CCB&#39;s.</p>
<p>	Por outro lado, a disposi&ccedil;&atilde;o constitucional que imp&otilde;e a regula&ccedil;&atilde;o do Sistema Financeiro Nacional por lei complementar, obviamente n&atilde;o diz com detalhes interpessoais das rela&ccedil;&otilde;es (bilaterais) dos agentes, que est&atilde;o submetidos &agrave;s regras do direito privado tipicamente disciplinadas pela legisla&ccedil;&atilde;o ordin&aacute;ria. A compet&ecirc;ncia privativa da lei complementar diz com os aspectos estruturais do sistema, e s&oacute; assim nos parece possa ser interpretado o artigo 192 da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal.</p>
<p>	Nesse sentido, a Lei 4.595/1964 foi recepcionada pela Constitui&ccedil;&atilde;o de 1988 como lei complementar, justamente porque estrutura o Sistema Financeiro Nacional. Sustentar o contr&aacute;rio implica dizer, por imperativo de ordem l&oacute;gica, que toda a legisla&ccedil;&atilde;o infraconstitucional, que de longa data trata da mat&eacute;ria, padeceria do mesmo v&iacute;cio de inconstitucionalidade aludido naquelas decis&otilde;es.</p>
<p>	Como &eacute; cedi&ccedil;o, as institui&ccedil;&otilde;es financeiras n&atilde;o se submetem &agrave;s disposi&ccedil;&otilde;es limitativas da cobran&ccedil;a de juros, mat&eacute;ria h&aacute; muito sumulada pelo STF. E quando uma CCB, emitida originalmente em favor de uma institui&ccedil;&atilde;o financeira, &eacute; cedida ou par&aacute;grafo 1&ordm;, da Lei 10.931/2004, e implica sua viola&ccedil;&atilde;o direta. Sob o prisma da justi&ccedil;a, tampouco nos parece defens&aacute;vel beneficiar o devedor com uma redu&ccedil;&atilde;o dos juros simplesmente porque o cr&eacute;dito foi transmitido, o que gera locupletamento.</p>
<p>	Sem embargo da supera&ccedil;&atilde;o da ideia do juiz como mero &quot;bouche de la loi&quot;, a fun&ccedil;&atilde;o interpretativa que lhe cabe em nosso sistema constitucional n&atilde;o autoriza interpreta&ccedil;&otilde;es criativas, que impliquem viola&ccedil;&atilde;o do comando normativo resultante de leg&iacute;timo processo legislativo.</p>
<p>	O princ&iacute;pio constitucional da legalidade (artigo 5&ordm;, II) &eacute; sustent&aacute;culo do Estado Democr&aacute;tico de Direito, e sua viola&ccedil;&atilde;o, por uma das maiores cortes de justi&ccedil;a do pa&iacute;s, &eacute; preocupante. Enquanto a mat&eacute;ria n&atilde;o for pacificada, haver&aacute; inseguran&ccedil;a jur&iacute;dica, refor&ccedil;ando a necessidade de medidas mitigat&oacute;rias do risco de novas interfer&ecirc;ncias. Oxal&aacute; possa nossa Justi&ccedil;a restabelecer com brevidade a racionalidade nessa importante quest&atilde;o.</p>
<p>O post <a href="https://www.fortes.adv.br/2016/02/18/cedula-de-credito-bancario-e-jurisprudencia/">Cédula de crédito bancário e jurisprudência</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fortes.adv.br">Teixeira Fortes Advogados Associados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.fortes.adv.br/2016/02/18/cedula-de-credito-bancario-e-jurisprudencia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Incide o IPI na importação de veículos por pessoa física para uso próprio</title>
		<link>https://www.fortes.adv.br/2016/02/11/incide-o-ipi-na-importacao-de-veiculos-por-pessoa-fisica-para-uso-proprio/</link>
					<comments>https://www.fortes.adv.br/2016/02/11/incide-o-ipi-na-importacao-de-veiculos-por-pessoa-fisica-para-uso-proprio/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Teixeira Fortes Advogados Associados]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Feb 2016 15:19:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 146]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false"></guid>

					<description><![CDATA[<p>Brunno Guerra Rezende &#8211; No julgamento do Recurso Extraordin&#225;rio n&#186; 723651/RS, o Supremo Tribunal Federal reconheceu a exist&#234;ncia de repercuss&#227;o geral na controv&#233;rsia relativa &#224; incid&#234;ncia do Imposto sobre Produtos Industrializados &#8211; IPI &#8211; na importa&#231;&#227;o de ve&#237;culo automotor, quando o importador for pessoa natural e o fizer para uso pr&#243;prio. Tendo em vista a [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.fortes.adv.br/2016/02/11/incide-o-ipi-na-importacao-de-veiculos-por-pessoa-fisica-para-uso-proprio/">Incide o IPI na importação de veículos por pessoa física para uso próprio</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fortes.adv.br">Teixeira Fortes Advogados Associados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>	Brunno Guerra Rezende &#8211;</p>
<p>	No julgamento do Recurso Extraordin&aacute;rio n&ordm; 723651/RS, o Supremo Tribunal Federal reconheceu a exist&ecirc;ncia de repercuss&atilde;o geral na controv&eacute;rsia relativa &agrave; incid&ecirc;ncia do Imposto sobre Produtos Industrializados &ndash; IPI &ndash; na importa&ccedil;&atilde;o de ve&iacute;culo automotor, quando o importador for pessoa natural e o fizer para uso pr&oacute;prio.</p>
<p>	Tendo em vista a sistem&aacute;tica da repercuss&atilde;o geral, deve-se ter em mente que o entendimento consolidado pela Corte Suprema h&aacute; de ser observado pelo Poder Judici&aacute;rio em a&ccedil;&otilde;es judiciais que tratem do mesmo assunto &ndash; pelo menos 358 processos que tratam da mat&eacute;ria e est&atilde;o sobrestados em outras inst&acirc;ncias do Judici&aacute;rio ser&atilde;o resolvidos.</p>
<p>	No RE n&ordm; 723651, que motivou a decis&atilde;o do Supremo, um contribuinte questionou decis&atilde;o, do Tribunal Regional Federal da 4&ordf; Regi&atilde;o, que manteve a cobran&ccedil;a do tributo na aquisi&ccedil;&atilde;o de um Cadillac.</p>
<p>	&Eacute; importante destacar, antes dos apontamentos referentes ao julgamento em quest&atilde;o, que o STF e o STJ entendiam pela n&atilde;o incid&ecirc;ncia do IPI quando da importa&ccedil;&atilde;o de ve&iacute;culos para uso pr&oacute;prio.</p>
<p>	A posi&ccedil;&atilde;o sustentada pelo STJ fora estabelecida no REsp n&ordm; 1396488/SC: &ldquo;<em>&Eacute; firme o entendimento no sentido de que n&atilde;o incide IPI sobre ve&iacute;culo importado para uso pr&oacute;prio, tendo em vista que o fato gerador do referido tributo &eacute; a opera&ccedil;&atilde;o de natureza mercantil ou assemelhada e, ainda, por aplica&ccedil;&atilde;o do princ&iacute;pio da n&atilde;o &ndash; cumulatividade.</em>&rdquo;</p>
<p>	Todavia, a Suprema Corte, em julgamento datado do &uacute;ltimo dia 03 de fevereiro, decidiu que incide o IPI em importa&ccedil;&atilde;o de ve&iacute;culos automotores por pessoa natural, ainda que n&atilde;o desempenhe atividade empresarial, e o fa&ccedil;a para uso pr&oacute;prio.</p>
<p>	Segundo a compreens&atilde;o do Supremo, h&aacute; incid&ecirc;ncia do IPI uma &uacute;nica vez, quando da ocorr&ecirc;ncia do desembara&ccedil;o aduaneiro, n&atilde;o comportando, portanto, falar em bitributa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>	Apesar de o Autor alegar que a tributa&ccedil;&atilde;o fere o princ&iacute;pio da n&atilde;o cumulatividade, interpretou o STF que a n&atilde;o exist&ecirc;ncia de opera&ccedil;&atilde;o posterior, onde fosse poss&iacute;vel ao importador fazer o abatimento do valor pago na importa&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o autoriza a conclus&atilde;o de que o tributo &eacute; indevido.</p>
<p>	Tamb&eacute;m se pontuou o respeito ao princ&iacute;pio da isonomia, j&aacute; que a decis&atilde;o emanada pelo STF coloca em condi&ccedil;&otilde;es de igualdade tribut&aacute;ria o fabricante nacional e o fornecedor estrangeiro, uma vez que o primeiro j&aacute; era sujeito ao imposto em territ&oacute;rio nacional.</p>
<p>	E, uma vez sedimentada a mudan&ccedil;a de entendimento do STF, o Ministro Lu&iacute;s Roberto Barroso prop&ocirc;s a modula&ccedil;&atilde;o dos efeitos da decis&atilde;o, com o objetivo de impedir que a incid&ecirc;ncia do imposto atingisse as opera&ccedil;&otilde;es de importa&ccedil;&atilde;o anteriores &agrave; decis&atilde;o do Supremo no RE, em respeito &agrave; seguran&ccedil;a jur&iacute;dica.</p>
<p>	Quanto &agrave; modula&ccedil;&atilde;o, a decis&atilde;o foi negada por maioria de votos.</p>
<p>	Assim, a decis&atilde;o da Corte Suprema est&aacute; apta a abranger as opera&ccedil;&otilde;es de importa&ccedil;&atilde;o realizadas antes do julgamento e aquelas efetuadas a partir da publica&ccedil;&atilde;o do Ac&oacute;rd&atilde;o.</p>
<p>	Conclu&iacute;do o julgamento, fixou-se a tese: &ldquo;<em>Incide IPI na importa&ccedil;&atilde;o de ve&iacute;culos automotores por pessoa natural, ainda que n&atilde;o desempenhe atividade empresarial, e o fa&ccedil;a para uso pr&oacute;prio</em>.&rdquo;</p>
<p>
	brunnorezende@fortes.adv.br</p>
<p>O post <a href="https://www.fortes.adv.br/2016/02/11/incide-o-ipi-na-importacao-de-veiculos-por-pessoa-fisica-para-uso-proprio/">Incide o IPI na importação de veículos por pessoa física para uso próprio</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fortes.adv.br">Teixeira Fortes Advogados Associados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.fortes.adv.br/2016/02/11/incide-o-ipi-na-importacao-de-veiculos-por-pessoa-fisica-para-uso-proprio/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Benefícios da Lei 7.418/85 ao empregador que oferece transporte por ônibus fretado.</title>
		<link>https://www.fortes.adv.br/2016/02/11/beneficios-da-lei-741885-ao-empregador-que-oferece-transporte-por-onibus-fretado/</link>
					<comments>https://www.fortes.adv.br/2016/02/11/beneficios-da-lei-741885-ao-empregador-que-oferece-transporte-por-onibus-fretado/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thiago Albertin Gutierre]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Feb 2016 15:11:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 146]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false"></guid>

					<description><![CDATA[<p>Thiago Albertin Gutierre &#8211; O direito do empregado ao vale transporte &#233; assegurado pela Lei n&#176; 7.418/85, com a altera&#231;&#227;o da Lei n&#176; 7.619/87, e constitui-se no benef&#237;cio que o empregador antecipar&#225; ao empregado para uso efetivo em custos de deslocamento no percurso compreendido de sua resid&#234;ncia ao trabalho e vice-versa. &#160; Este &#233; um [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.fortes.adv.br/2016/02/11/beneficios-da-lei-741885-ao-empregador-que-oferece-transporte-por-onibus-fretado/">Benefícios da Lei 7.418/85 ao empregador que oferece transporte por ônibus fretado.</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fortes.adv.br">Teixeira Fortes Advogados Associados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>	Thiago Albertin Gutierre &#8211;</p>
<p>	O direito do empregado ao vale transporte &eacute; assegurado pela Lei n&deg; 7.418/85, com a altera&ccedil;&atilde;o da Lei n&deg; 7.619/87, e constitui-se no benef&iacute;cio que o empregador antecipar&aacute; ao empregado para uso efetivo em custos de deslocamento no percurso compreendido de sua resid&ecirc;ncia ao trabalho e vice-versa.<br />
	&nbsp;<br />
	Este &eacute; um beneficio obrigat&oacute;rio a ser dado a todo empregado que utilize transporte coletivo, n&atilde;o existindo determina&ccedil;&atilde;o legal de dist&acirc;ncia m&iacute;nima para que seja obrigat&oacute;rio o fornecimento do vale transporte.<br />
	&nbsp;<br />
	Conforme disp&otilde;e o par&aacute;grafo &uacute;nico do artigo 4&ordm; da Lei em comento, a concess&atilde;o do vale transporte autoriza o empregador a deduzir, mensalmente, do empregado que exercer o respectivo direito, o valor da parcela equivalente a 6% (seis por cento) do seu sal&aacute;rio b&aacute;sico ou vencimento, cabendo ao empregador o excedente da parcela referida.<br />
	&nbsp;</p>
<p>	<em>Art. 4&ordm; &#8211; A concess&atilde;o do benef&iacute;cio ora institu&iacute;do implica a aquisi&ccedil;&atilde;o pelo empregador dos Vales-transportes necess&aacute;rios aos deslocamentos do trabalhador no percurso resid&ecirc;ncia &#8211; trabalho e vice-versa, no servi&ccedil;o de transporte que melhor se adequar.<br />
	&nbsp;<br />
	Par&aacute;grafo &uacute;nico &#8211; O empregador participar&aacute; dos gastos de deslocamento do trabalhador com a ajuda de custo equivalente &agrave; parcela que exceder a 6% (seis por cento) de seu sal&aacute;rio b&aacute;sico.</em></p>
<p>	&nbsp;<br />
	Contudo, n&atilde;o poder&aacute; o empregador descontar este percentual de 6% (seis por cento) sobre outros benef&iacute;cios e ganhos remunerat&oacute;rios dos empregados, como, por exemplo, horas extras, adicionais noturnos e de periculosidade e insalubridade, pr&ecirc;mios, gratifica&ccedil;&otilde;es e qualquer outra vantagem contratual de valor econ&ocirc;mico.<br />
	&nbsp;<br />
	Outrossim, estar&aacute; desobrigado de fornecer o vale transporte, o empregador que fornecer condu&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria ou contratada para o empregado se deslocar de sua casa at&eacute; o ambiente de trabalho e vice-versa.<br />
	&nbsp;<br />
	Nesse sentido, conforme disp&otilde;e o artigo 8&ordm; da Lei n&deg; 7.418/85, o empregador que fornece o transporte aos seus empregados atrav&eacute;s de &ocirc;nibus fretado, tamb&eacute;m aproveitar&aacute; os benef&iacute;cios do par&aacute;grafo &uacute;nico do artigo 4&ordm; deste mesmo diploma legal, ou seja, poder&aacute; descontar do sal&aacute;rio b&aacute;sico do empregado o percentual de at&eacute; 6% (seis por cento), vejamos:<br />
	&nbsp;<br />
	<em>&quot;Art. 8&ordm; &#8211; Asseguram-se os benef&iacute;cios desta Lei ao empregador que proporcionar, por meios pr&oacute;prios ou contratados, em ve&iacute;culos adequados ao transporte coletivo, o deslocamento integral de seus trabalhadores.&quot;</em><br />
	&nbsp;<br />
	O recente julgado em sede de Recurso de Revista, abaixo colacionado, proferido pela 6&ordf; Turma do Egr&eacute;gio Tribunal Superior do Trabalho, onde &eacute; relatora a Ministra K&aacute;tia Magalh&atilde;es Arruda, ilustra muito bem a quest&atilde;o:<br />
	&nbsp;<br />
	<em>&quot;RECURSO DE REVISTA. VALE TRANSPORTE. DEVOLU&Ccedil;&Atilde;O DE DESCONTOS. A Lei n&ordm; 7418/85 instituiu o vale-transporte para utiliza&ccedil;&atilde;o efetiva em despesas de deslocamento resid&ecirc;ncia-trabalho e vice-versa, atrav&eacute;s do sistema de transporte coletivo p&uacute;blico, urbano ou intermunicipal e/ou interestadual com caracter&iacute;sticas semelhantes aos urbanos, geridos diretamente ou mediante concess&atilde;o ou permiss&atilde;o de linhas regulares e com tarifas fixadas pela autoridade competente, exclu&iacute;dos os servi&ccedil;os seletivos e os especiais. O art. 8&ordm; da referida lei assegura os benef&iacute;cios da lei ao empregador que proporcionar, por meios pr&oacute;prios ou contratados, em ve&iacute;culos adequados ao transporte coletivo, o deslocamento integral de seus trabalhadores. Por conseguinte, se a reclamante era transportada de sua resid&ecirc;ncia ao local de trabalho e vice-versa por &ocirc;nibus fretado pela reclamada, a reclamada faz jus aos benef&iacute;cios constantes da Lei n&ordm; 7.418, nos termos do art. 8&ordm; da referida lei, dentre os quais o de participar dos gastos de deslocamento do trabalhador com a ajuda de custo equivalente &agrave; parcela que exceder a 6% (seis por cento) do sal&aacute;rio b&aacute;sico do empregado, de modo que o desconto efetuado no sal&aacute;rio da reclamante a t&iacute;tulo de vale transporte n&atilde;o &eacute; il&iacute;cito. Recurso de revista a que se d&aacute; provimento. (TST &#8211; RR: 4679004320095090195, Relator: K&aacute;tia Magalh&atilde;es Arruda, Data de Julgamento: 21/10/2015, &nbsp;6&ordf; Turma, Data de Publica&ccedil;&atilde;o: DEJT 23/10/2015)&quot;</em><br />
	&nbsp;<br />
	Vale lembrar que na hip&oacute;tese do &ocirc;nibus fretado, disponibilizado pelo empregador, n&atilde;o atender todo o percurso compreendido entre a resid&ecirc;ncia do trabalhador e o local de trabalho, haver&aacute; a obriga&ccedil;&atilde;o do fornecimento de vale transporte proporcional ao percurso n&atilde;o atendido pelo transporte privado para finalizar a chegada do trabalhador a sua resid&ecirc;ncia ou ao ambiente de trabalho.</p>
<p>tiagoalbertin@fortes.adv.br</p>
<p>O post <a href="https://www.fortes.adv.br/2016/02/11/beneficios-da-lei-741885-ao-empregador-que-oferece-transporte-por-onibus-fretado/">Benefícios da Lei 7.418/85 ao empregador que oferece transporte por ônibus fretado.</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fortes.adv.br">Teixeira Fortes Advogados Associados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.fortes.adv.br/2016/02/11/beneficios-da-lei-741885-ao-empregador-que-oferece-transporte-por-onibus-fretado/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Devedor é responsável por dar baixa de protesto de título em cartório</title>
		<link>https://www.fortes.adv.br/2016/02/10/devedor-e-responsavel-por-dar-baixa-de-protesto-de-titulo-em-cartorio/</link>
					<comments>https://www.fortes.adv.br/2016/02/10/devedor-e-responsavel-por-dar-baixa-de-protesto-de-titulo-em-cartorio/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Patricia Costa Agi Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2016 12:09:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 146]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false"></guid>

					<description><![CDATA[<p>Fonte: Consultor Jur&#237;dico A responsabilidade&#160;de retirar o pr&#243;prio nome do protesto de t&#237;tulo &#233; do devedor. A decis&#227;o &#233; do 3&#186; Juizado Especial da Fazenda P&#250;blica do Distrito Federal, que julgou improcedente a a&#231;&#227;o movida por&#160;uma cliente contra o&#160;Banco de Bras&#237;lia (BRB), por n&#227;o ter solicitado ao&#160;cart&#243;rio o fim do protesto depois que ela pagou [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.fortes.adv.br/2016/02/10/devedor-e-responsavel-por-dar-baixa-de-protesto-de-titulo-em-cartorio/">Devedor é responsável por dar baixa de protesto de título em cartório</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fortes.adv.br">Teixeira Fortes Advogados Associados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: Consultor Jur&iacute;dico</p>
<p style="text-align: justify;">
		A responsabilidade&nbsp;de retirar o pr&oacute;prio nome do protesto de t&iacute;tulo &eacute; do devedor. A decis&atilde;o &eacute; do 3&ordm; Juizado Especial da Fazenda P&uacute;blica do Distrito Federal, que julgou improcedente a a&ccedil;&atilde;o movida por&nbsp;uma cliente contra o&nbsp;Banco de Bras&iacute;lia (BRB), por n&atilde;o ter solicitado ao&nbsp;cart&oacute;rio o fim do protesto depois que ela pagou sua d&iacute;vida.</p>
<p style="text-align: justify;">
		Na a&ccedil;&atilde;o, a consumidora pediu indeniza&ccedil;&atilde;o por danos morais do BRB, por n&atilde;o ter efetuado a baixa do protesto de t&iacute;tulos que j&aacute; teriam sido pagos por ela. O banco contestou o pedido alegando que o protesto foi leg&iacute;timo, pois foi empreendido ante a aus&ecirc;ncia de pagamento do t&iacute;tulo pelo devedor. E argumentou que cabe ao devedor, de posse da carta de quita&ccedil;&atilde;o da d&iacute;vida, providenciar a retirada do protesto.</p>
<p style="text-align: justify;">
		O juiz Enilton Alves Fernandes julgou o pedido improcedente. A conclus&atilde;o foi a de que o banco n&atilde;o praticou qualquer ato il&iacute;cito. &ldquo;Ora, se o t&iacute;tulo foi protestado, restando mantido o apontamento mesmo ap&oacute;s o pagamento, j&aacute; restou pacificado o entendimento de que cabe ao devedor providenciar a baixa de protesto&rdquo;, afirmou. C<em>om informa&ccedil;&otilde;es da Assessoria de Imprensa do TJ-DF.&nbsp;</em></p>
<p>
		<strong>Processo 0700152-65.2015.8.07.0016</strong></p>
<p>		Patricia Costa Agi Couto<br />
		patricia@fortes.adv.br<br />
		&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.fortes.adv.br/2016/02/10/devedor-e-responsavel-por-dar-baixa-de-protesto-de-titulo-em-cartorio/">Devedor é responsável por dar baixa de protesto de título em cartório</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fortes.adv.br">Teixeira Fortes Advogados Associados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.fortes.adv.br/2016/02/10/devedor-e-responsavel-por-dar-baixa-de-protesto-de-titulo-em-cartorio/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Prefeitura de São Paulo poderá iniciar a cobrança do IPTU progressivo de imóveis ociosos</title>
		<link>https://www.fortes.adv.br/2016/01/26/a-prefeitura-de-sao-paulo-podera-iniciar-a-cobranca-do-iptu-progressivo-de-imoveis-ociosos/</link>
					<comments>https://www.fortes.adv.br/2016/01/26/a-prefeitura-de-sao-paulo-podera-iniciar-a-cobranca-do-iptu-progressivo-de-imoveis-ociosos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Teixeira Fortes Advogados Associados]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jan 2016 16:06:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 146]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false"></guid>

					<description><![CDATA[<p>Aryane Gomes Vieira Fernandes &#8211; No final de 2014, a Prefeitura de S&#227;o Paulo iniciou a notifica&#231;&#227;o dos propriet&#225;rios de im&#243;veis considerados ociosos ou subutilizados para que apresentassem projetos de aproveitamento dos terrenos no per&#237;odo de 12 (doze) meses. Se as notifica&#231;&#245;es feitas pela Prefeitura n&#227;o foram atendidas ou impugnadas durante esse per&#237;odo, a partir [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.fortes.adv.br/2016/01/26/a-prefeitura-de-sao-paulo-podera-iniciar-a-cobranca-do-iptu-progressivo-de-imoveis-ociosos/">A Prefeitura de São Paulo poderá iniciar a cobrança do IPTU progressivo de imóveis ociosos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fortes.adv.br">Teixeira Fortes Advogados Associados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Aryane Gomes Vieira Fernandes &#8211;</strong></p>
<p></p>
<p>	No final de 2014, a Prefeitura de S&atilde;o Paulo iniciou a notifica&ccedil;&atilde;o dos propriet&aacute;rios de im&oacute;veis considerados ociosos ou subutilizados para que apresentassem projetos de aproveitamento dos terrenos no per&iacute;odo de 12 (doze) meses. Se as notifica&ccedil;&otilde;es feitas pela Prefeitura n&atilde;o foram atendidas ou impugnadas durante esse per&iacute;odo, a partir desse ano, a Municipalidade de S&atilde;o Paulo poder&aacute; iniciar a cobran&ccedil;a do IPTU progressivo no tempo.<br />
	&nbsp;<br />
	O IPTU progressivo no tempo &eacute; aplicado para os im&oacute;veis que s&atilde;o considerados n&atilde;o edificados, subutilizados ou n&atilde;o utilizados de acordo com os crit&eacute;rios estabelecidos pelo Plano Diretor Estrat&eacute;gico da Cidade de S&atilde;o Paulo (Lei 16.050/2014). Assim, os propriet&aacute;rios de terrenos com &aacute;rea superior a 500 m&sup2; que n&atilde;o possuam edifica&ccedil;&atilde;o, ou que possuam constru&ccedil;&atilde;o, por&eacute;m inferior ao coeficiente m&iacute;nimo de aproveitamento determinado pela legisla&ccedil;&atilde;o municipal; e os im&oacute;veis que possuam pelo menos 60% de sua &aacute;rea vazia por mais de 1 (um) ano ininterrupto, poder&atilde;o ser notificados pela Prefeitura de S&atilde;o Paulo para que apresentem projetos para otimizar a utiliza&ccedil;&atilde;o dos terrenos.<br />
	&nbsp;<br />
	Em novembro de 2015, a Prefeitura de S&atilde;o Paulo publicou o Decreto de n&ordm; 56.589/2015 para regulamentar a cobran&ccedil;a do IPTU progressivo no tempo de im&oacute;veis ociosos. O Decreto prev&ecirc; a tributa&ccedil;&atilde;o pelo IPTU progressivo, com al&iacute;quotas majoradas anualmente durante o per&iacute;odo de 5 (cinco) anos consecutivos at&eacute; atingir a al&iacute;quota m&aacute;xima de 15%, para os propriet&aacute;rios que n&atilde;o cumprirem a notifica&ccedil;&atilde;o da Prefeitura.<br />
	&nbsp;<br />
	Ap&oacute;s decorrido o prazo de 5 (cinco) anos sem que o propriet&aacute;rio tenha promovido a correta utiliza&ccedil;&atilde;o do im&oacute;vel, a Municipalidade poder&aacute; ingressar com uma a&ccedil;&atilde;o de desapropria&ccedil;&atilde;o cuja indeniza&ccedil;&atilde;o ser&aacute; paga com t&iacute;tulos da d&iacute;vida p&uacute;blica.<br />
	&nbsp;<br />
	Para verificar a lista dos im&oacute;veis j&aacute; notificados <a href="http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/chamadas/tab_dcfsp_notificados_20151231_1451503966.pdf">clique aqui</a>. E a rela&ccedil;&atilde;o dos im&oacute;veis cadastrados e que ser&atilde;o futuramente notificados <a href="http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/chamadas/tab_dcfsp_notificaveis_20151231_1451504123.pdf">clique aqui</a>.</p>
<p><u>aryane@fortes.adv.br</u>&nbsp; </p>
<p>O post <a href="https://www.fortes.adv.br/2016/01/26/a-prefeitura-de-sao-paulo-podera-iniciar-a-cobranca-do-iptu-progressivo-de-imoveis-ociosos/">A Prefeitura de São Paulo poderá iniciar a cobrança do IPTU progressivo de imóveis ociosos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fortes.adv.br">Teixeira Fortes Advogados Associados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.fortes.adv.br/2016/01/26/a-prefeitura-de-sao-paulo-podera-iniciar-a-cobranca-do-iptu-progressivo-de-imoveis-ociosos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
