<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Categoria Edição 115 - Teixeira Fortes Advogados</title>
	<atom:link href="https://www.fortes.adv.br/vistos-etc/edicao-115/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.fortes.adv.br/vistos-etc/edicao-115/</link>
	<description>Escritório de Advocacia Premium</description>
	<lastBuildDate>Tue, 15 Dec 2020 20:17:24 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Assistente Administrativo em São Paulo-SP</title>
		<link>https://www.fortes.adv.br/2014/01/09/assistente-administrativo-em-sao-paulo-sp/</link>
					<comments>https://www.fortes.adv.br/2014/01/09/assistente-administrativo-em-sao-paulo-sp/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Teixeira Fortes Advogados Associados]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2014 09:31:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 115]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false"></guid>

					<description><![CDATA[<p>Se voc&#234; tem interesse nessa vaga, clique acima em &#34;Trabalhe Conosco&#34; e realize a prova &#34;Assistente Administrativo &#8211; Janeiro/14&#34;. Requisitos e caracter&#237;sticas da vaga &#8211; Trabalhar&#225; com arquivamento f&#237;sico e digital de trabalhos jur&#237;dicos, podendo, de acordo com suas habilidades e compet&#234;ncias, ser alocado em qualquer outra &#225;rea dentro do setor administrativo e financeiro do [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.fortes.adv.br/2014/01/09/assistente-administrativo-em-sao-paulo-sp/">Assistente Administrativo em São Paulo-SP</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fortes.adv.br">Teixeira Fortes Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>
<strong>Se voc&ecirc; tem interesse nessa vaga, clique acima em &quot;Trabalhe Conosco&quot; e realize a prova &quot;Assistente Administrativo &#8211; Janeiro/14&quot;</strong>.</p>
<p><strong>Requisitos e caracter&iacute;sticas da vaga</strong></p>
<p>&#8211; Trabalhar&aacute; com arquivamento f&iacute;sico e digital de trabalhos jur&iacute;dicos, podendo, de acordo com suas habilidades e compet&ecirc;ncias, ser alocado em qualquer outra &aacute;rea dentro do setor administrativo e financeiro do escrit&oacute;rio.</p>
<p>&#8211; O per&iacute;odo de experi&ecirc;ncia ser&aacute; de 45 dias, prorrog&aacute;veis por mais 45 dias, na forma da lei.</p>
<p>&#8211; O hor&aacute;rio de trabalho &eacute; das 08:00 &agrave;s 18:00h, com 1hora e 15 minutos para intervalo de almo&ccedil;o.</p>
<p>&#8211; O sal&aacute;rio inicial &eacute; de R$ 1.200,00.</p>
<p>&#8211; Benef&iacute;cios: Vale-Transporte, assist&ecirc;ncia m&eacute;dica ap&oacute;s per&iacute;odo experimental e alimenta&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&#8211; no Teixeira Fortes, o portugu&ecirc;s, a organiza&ccedil;&atilde;o e a dedica&ccedil;&atilde;o do colaborador s&atilde;o requisitos para o crescimento profissional.</p>
<p><strong>A evolu&ccedil;&atilde;o profissional, dentro do Teixeira Fortes, &eacute; sempre pautada pelo m&eacute;rito. N&atilde;o h&aacute; privil&eacute;gio ou favorecimento, de qualquer ordem, a quem quer que seja. </strong></p>
<p>O post <a href="https://www.fortes.adv.br/2014/01/09/assistente-administrativo-em-sao-paulo-sp/">Assistente Administrativo em São Paulo-SP</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fortes.adv.br">Teixeira Fortes Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.fortes.adv.br/2014/01/09/assistente-administrativo-em-sao-paulo-sp/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A internacionalização de empresa brasileira sob o aspecto tributário  &#8211; Brasil e Chile</title>
		<link>https://www.fortes.adv.br/2013/11/11/a-internacionalizacao-de-empresa-brasileira-sob-o-aspecto-tributario-brasil-e-chile/</link>
					<comments>https://www.fortes.adv.br/2013/11/11/a-internacionalizacao-de-empresa-brasileira-sob-o-aspecto-tributario-brasil-e-chile/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Teixeira Fortes Advogados Associados]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Nov 2013 17:10:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 115]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tributária]]></category>
		<guid isPermaLink="false"></guid>

					<description><![CDATA[<p>por Rafaela Borrajo Costa Blanco Cal&#231;ada I. &#160; &#160; Introito A tributa&#231;&#227;o &#233; fator determinante para a internacionaliza&#231;&#227;o de empresas brasileiras. A partir de uma consulta formulada por um cliente que presta servi&#231;os de arquitetura e pretende operar no Chile, verificou-se a exist&#234;ncia de &#160;3 (tr&#234;s) modelos de neg&#243;cio poss&#237;veis. Diante da an&#225;lise da legisla&#231;&#227;o [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.fortes.adv.br/2013/11/11/a-internacionalizacao-de-empresa-brasileira-sob-o-aspecto-tributario-brasil-e-chile/">A internacionalização de empresa brasileira sob o aspecto tributário  &#8211; Brasil e Chile</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fortes.adv.br">Teixeira Fortes Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>	<strong>por Rafaela Borrajo Costa Blanco Cal&ccedil;ada</p>
<p>	I. &nbsp; &nbsp; Introito<br />
	</strong></p>
<p style="border: 0px; margin: 0px 0px 1em; padding: 0px; vertical-align: baseline; text-align: justify; color: rgb(102, 102, 102); font-family: Trebuchet, Arial, sans-serif; line-height: 16.796875px;">
		<span style="color: rgb(34, 34, 34); font-family: Arial, Verdana, sans-serif;">A tributa&ccedil;&atilde;o &eacute; fator determinante para a internacionaliza&ccedil;&atilde;o de empresas brasileiras. A partir de uma consulta formulada por um cliente que presta servi&ccedil;os de arquitetura e pretende operar no Chile, verificou-se a exist&ecirc;ncia de &nbsp;3 (tr&ecirc;s) modelos de neg&oacute;cio poss&iacute;veis. D</span><span style="color: rgb(34, 34, 34); font-family: Arial, Verdana, sans-serif;">iante da an&aacute;lise da legisla&ccedil;&atilde;o brasileira e chilena, apurou-se&nbsp;</span><span style="color: rgb(34, 34, 34); font-family: Arial, Verdana, sans-serif;">as vantagens e desvantagens sob o aspecto tributario de cada modelo de neg&oacute;cio que pod</span><span style="color: rgb(34, 34, 34); font-family: Arial, Verdana, sans-serif;">em at&eacute; &nbsp;impedir a sua implementa&ccedil;&atilde;o em raz&atilde;o da alta carga tribut&aacute;ria envolvida.</span></p>
<p>
	<strong>II. Primeiro Modelo de neg&oacute;cio &ndash; Empresa brasileira que presta servi&ccedil;os no Chile &ndash; exporta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os</strong><br />
	&nbsp;<br />
1.&nbsp;&nbsp; Por se tratar de exporta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os h&aacute; incid&ecirc;ncia dos seguintes tributos: 15% de IR, 10% de adicional de IR e 9% de CSLL.</p>
<p>2.&nbsp;&nbsp; Vale esclarecer que n&atilde;o h&aacute; incid&ecirc;ncia de PIS, COFINS e ISS em raz&atilde;o de imunidade (art. 149, par&aacute;grafo 2&ordm;, CF e art. 150, VI, &ldquo;b&rdquo; da CF).</p>
<p>3.&nbsp;&nbsp; Necess&aacute;ria habilita&ccedil;&atilde;o no Siscomex, nos termos da IN SRF n. 1288/12.</p>
<p>4.&nbsp;&nbsp; O recebimento de dividendos pelos s&oacute;cios, inclusive o s&oacute;cio residente no Chile, &eacute; isento de IR (art. 45, IN SRF 208/02).</p>
<p>5.&nbsp;&nbsp; Para a an&aacute;lise da tributa&ccedil;&atilde;o do pagamento aos arquitetos chilenos contratados no Chile, &eacute; necess&aacute;rio saber qual o regime de contrata&ccedil;&atilde;o. De toda forma, (i) se forem s&oacute;cios, a tributa&ccedil;&atilde;o &eacute; exclusiva no Chile (incid&ecirc;ncia do Imposto Global Complementario anual &ndash; progressivo de 5% a 40% dependendo do valor da retirada), e (ii) se foram contratados como prestadores de servi&ccedil;os independentes, h&aacute; a incid&ecirc;ncia na remessa dos valores do Brasil para o Chile de 10% de CIDE (art. 2&ordm;, par&aacute;grafo 2&ordm;, da Lei n. 10.168/00), 0,38% de IOF e 15% de IRRF (discut&iacute;vel quando h&aacute; acordo para evitar a bitributa&ccedil;&atilde;o vez que o acordo menciona que n&atilde;o haver&aacute; incid&ecirc;ncia- h&aacute; decis&otilde;es favor&aacute;veis STJ e TRF3<a href="file:///C:/Users/rafaela/Desktop/Memorando%20Sociedade%20Arquitetos%20Brasil%20e%20Chile%20out-13.doc#_ftn1" name="_ftnref1" title="">[1]</a>).</p>
<p>6.&nbsp;&nbsp; Carga tribut&aacute;ria: (i) empresa 34%; (ii) s&oacute;cios residentes no Chile (5% a&nbsp; 40%); e (iii) pagamento de arquitetos chilenos (25,38% com IRRF).</p>
<p>	<strong>III.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Segundo modelo de neg&oacute;cio &ndash; Filial de empresa brasileira no Chile</strong><br />
	&nbsp;<br />
7.&nbsp;&nbsp; O acordo para evitar a dupla tributa&ccedil;&atilde;o prev&ecirc; a incid&ecirc;ncia de tributos sobre a renda por ambos os pa&iacute;ses, por&eacute;m, com a possibilidade de compensa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>8.&nbsp;&nbsp; O lucro da filial ser&aacute; tributado no Brasil com a sua adi&ccedil;&atilde;o ao lucro l&iacute;quido da matriz brasileira (art. 25, Lei n. 9249/95, art. 1&ordm;, par&aacute;grafo 1&ordm;, da IN SRF 213/02) incidindo os seguintes tributos: 15% de IR, 10% de adicional de IR, 9% de CSLL, 1,5% de PIS, 7,6% de COFINS. A empresa brasileira estar&aacute; obrigada a apurar os lucros pelo lucro real (art. 246, III, do RIR/99).</p>
<p>9.&nbsp;&nbsp; Cumpre esclarecer que os lucros da filial s&atilde;o considerados disponibilizados na data do balan&ccedil;o em 31 de dezembro.</p>
<p>10. N&atilde;o h&aacute; incid&ecirc;ncia de ISS vez que o servi&ccedil;o &eacute; prestado do exterior e o resultado n&atilde;o ocorre no Brasil (art. 2&ordm;, I, LC n. 116/03).</p>
<p>11. O lucro da filial ser&aacute; tributado no Chile com a incid&ecirc;ncia de 20% do IR de Primeira Categoria e 35% de Imposto Adiconal para empresas n&atilde;o residentes no Chile.</p>
<p>12. A compensa&ccedil;&atilde;o prevista no acordo para evitar a dupla tributa&ccedil;&atilde;o dever&aacute; ocorrer conforme disp&otilde;e a IN SRF 213/02. A compensa&ccedil;&atilde;o depende de autoriza&ccedil;&atilde;o da Receita Federal brasileira nos termos da IN SRF 1226/11.</p>
<p>13. Em rela&ccedil;&atilde;o aos dividendos, os s&oacute;cios n&atilde;o ser&atilde;o tributados no Brasil em raz&atilde;o da isen&ccedil;&atilde;o (art. 45, IN SRF 208/02).<br />
14. No Chile, de acordo com o acordo de bitributa&ccedil;&atilde;o, os s&oacute;cios residentes l&aacute; ser&atilde;o tributados (5% a 40% de Imposto Global Complementario).</p>
<p>15. &Eacute; importante dizer que os arquitetos chilenos contratados pela filial (se n&atilde;o forem s&oacute;cios) ser&atilde;o regidos pelas leis chilenas (5% a 40% de IR &Uacute;nico de Segunda Categoria, mensal).</p>
<p>16. Carga tribut&aacute;ria: (i) empresa (Brasil 43,1% e Chile 55%); (ii) s&oacute;cios residentes no Chile (5% a 40%); (iii) s&oacute;cio residente no Brasil (0%); (iv) arquitetos chilenos &ndash; n&atilde;o s&oacute;cios (5% a 40%).</p>
<p>	<strong>IV.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Terceiro modelo de neg&oacute;cio &ndash; empresa independente chilena</strong><br />
	&nbsp;<br />
17. A tributa&ccedil;&atilde;o ocorrer&aacute; exclusivamente no Chile e haver&aacute; a incid&ecirc;ncia dos seguintes tributos: 20% de IR de Primeira Categoria e 19% de IVA na presta&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os (sistema de n&atilde;o cumulatividade).</p>
<p>18. O recebimento de dividendos pelos s&oacute;cios residentes no Chile ser&aacute; tributado (5% a 40% de Imposto Global Complementario).</p>
<p>19. O recebimento de dividendos pelo s&oacute;cio residente no Brasil ser&aacute; tributado no Chile (35% de Imposto Adicional para s&oacute;cios n&atilde;o residentes no Chile &ndash; incidente sobre as retiradas).</p>
<p>20. No Brasil, o s&oacute;cio residente ser&aacute; tributado pela tabela progressiva (7,5% a 27,5%) pelo sistema de carn&ecirc;-le&atilde;o (mensal) ou no ajuste anual na Declara&ccedil;&atilde;o de IRPF.</p>
<p>21. Considerando que o acordo para evitar a dupla tributa&ccedil;&atilde;o prev&ecirc; a compensa&ccedil;&atilde;o dos impostos pagos no Chile com os devidos no Brasil, &eacute; poss&iacute;vel a compensa&ccedil;&atilde;o nos termos da IN SRF 208/02. A compensa&ccedil;&atilde;o depende de autoriza&ccedil;&atilde;o da Receita Federal brasileira nos termos da IN SRF 1226/11.</p>
<p>22. Os arquitetos chilenos contratados n&atilde;o s&oacute;cios tributados mensalmente de 5% a 40% de IR &Uacute;nico de Segunda Categoria.</p>
<p>23. Carga tribut&aacute;ria: (i) empresa (39%); (ii) s&oacute;cios residentes no Chile (5% a 40%); (iii) s&oacute;cio residente no Brasil (Brasil 7,5% a 27,5% e Chile 35%); (iv) arquitetos chilenos &ndash; n&atilde;o s&oacute;cios (5%-40%).</p>
<p>	<strong>IV.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Compara&ccedil;&atilde;o carga tribut&aacute;ria modelos de neg&oacute;cio</strong></p>
<table align="right" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 101px;">
<p>						<strong>Itens</strong>
				</td>
<td style="width: 142px;">
<p>						<strong>Primeiro Modelo</strong>
				</td>
<td style="width: 142px;">
<p>						<strong>Segundo Modelo</strong>
				</td>
<td style="width: 148px;">
<p>						<strong>Terceiro Modelo</strong>
				</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 101px;">
<p>						Empresa
				</td>
<td style="width: 142px;">
<p>						34% (BR)
				</td>
<td style="width: 142px;">
<p>						43,1% (BR)<br />
						55% + 19% IVA (Chile)
				</td>
<td style="width: 148px;">
<p>						20% + 19% IVA (Chile)
				</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 101px;">
<p>						S&oacute;cio BR
				</td>
<td style="width: 142px;">
<p>						0% (BR)
				</td>
<td style="width: 142px;">
<p>						0% (BR)
				</td>
<td style="width: 148px;">
<p>						7,5%-27,5% (BR)<br />
						35% (Chile)
				</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 101px;">
<p>						S&oacute;cio Chile
				</td>
<td style="width: 142px;">
<p>						5%-40% (Chile)
				</td>
<td style="width: 142px;">
<p>						5%-40% (Chile)
				</td>
<td style="width: 148px;">
<p>						5%-40% (Chile)
				</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 101px;">
<p>						Arquitetos chilenos
				</td>
<td style="width: 142px;">
<p>						25,38% (BR)<br />
						5%-40% (Chile)
				</td>
<td style="width: 142px;">
<p>						5%-40% (Chile)
				</td>
<td style="width: 148px;">
<p>						5%-40% (Chile)
				</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 101px;">
<p>						Compensa&ccedil;&atilde;o
				</td>
<td style="width: 142px;">
<p>						N&atilde;o
				</td>
<td style="width: 142px;">
<p>						Sim
				</td>
<td style="width: 148px;">
<p>						Sim
				</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>	<br clear="all" /></p>
<hr align="left" size="1" width="33%" />
<p>		<a href="file:///C:/Users/rafaela/Desktop/Memorando%20Sociedade%20Arquitetos%20Brasil%20e%20Chile%20out-13.doc#_ftnref1" name="_ftn1" title="">[1]</a> STJ, REsp 1.161.467/RS. TRF3 Apel 0024461-74.2005.4.03.6100/SP.</p>
<p>O post <a href="https://www.fortes.adv.br/2013/11/11/a-internacionalizacao-de-empresa-brasileira-sob-o-aspecto-tributario-brasil-e-chile/">A internacionalização de empresa brasileira sob o aspecto tributário  &#8211; Brasil e Chile</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fortes.adv.br">Teixeira Fortes Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.fortes.adv.br/2013/11/11/a-internacionalizacao-de-empresa-brasileira-sob-o-aspecto-tributario-brasil-e-chile/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Duplicata Virtual</title>
		<link>https://www.fortes.adv.br/2013/09/27/duplicata-virtual/</link>
					<comments>https://www.fortes.adv.br/2013/09/27/duplicata-virtual/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cylmar Pitelli Teixeira Fortes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Sep 2013 20:24:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 115]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false"></guid>

					<description><![CDATA[<p>Cylmar Pitelli Teixeira Fortes e Tha&#237;s de Souza Fran&#231;a &#160; Tema proposto A cess&#227;o de direitos credit&#243;rios origin&#225;rios de compra e venda mercantil ou presta&#231;&#227;o de servi&#231;os tem se baseado, com grande frequ&#234;ncia, em documenta&#231;&#227;o lastreada na chamada &#8220;Duplicata Virtual&#8221;, quer em fun&#231;&#227;o da din&#226;mica do mercado ou da evolu&#231;&#227;o dos documentos eletr&#244;nicos. Dois casos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.fortes.adv.br/2013/09/27/duplicata-virtual/">Duplicata Virtual</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fortes.adv.br">Teixeira Fortes Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="020TITULO-TBUA" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-indent: 0cm; line-height: 150%; border: none; padding: 0cm; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial;">
			<strong><span class="009NEGRITOpalavra"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;">Cylmar Pitelli Teixeira Fortes e Tha&iacute;s de Souza Fran&ccedil;a</span></span></strong><br />
			<span class="009NEGRITOpalavra"><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"><o:p></o:p></span></span></p>
<p class="020TITULO-TBUA" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-indent: 0cm; line-height: 150%; border: none; padding: 0cm; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial;">
		&nbsp;</p>
<p>		<strong>Tema proposto</strong></p>
<p>		<span style="line-height: 150%; text-indent: 0cm;">A cess&atilde;o de direitos credit&oacute;rios origin&aacute;rios de compra e venda mercantil ou presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os tem se baseado, com grande frequ&ecirc;ncia, em documenta&ccedil;&atilde;o lastreada na chamada &ldquo;Duplicata Virtual&rdquo;, quer em fun&ccedil;&atilde;o da din&acirc;mica do mercado ou da evolu&ccedil;&atilde;o dos documentos eletr&ocirc;nicos.</span></p>
<p>		<span style="line-height: 150%; text-indent: 0cm;">Dois casos pr&aacute;ticos podem ilustrar bem essa situa&ccedil;&atilde;o. Um vendedor, por exemplo, em vez de emitir o papel Duplicata de Venda Mercantil, emite simplesmente a Nota Fiscal Eletr&ocirc;nica (&ldquo;</span><u style="line-height: 150%; text-indent: 0cm;">NFe</u><span style="line-height: 150%; text-indent: 0cm;">&rdquo;) da compra e venda realizada e anota a exist&ecirc;ncia de Duplicatas representativas do pagamento a prazo ajustado em campo espec&iacute;fico da NFe. Depois, para efetivamente cobrar o comprador dos produtos, ele envia um boleto banc&aacute;rio com o n&uacute;mero da Duplicata.</span></p>
<p>		<span style="line-height: 150%; text-indent: 0cm;">Noutro exemplo, o vendedor opta por emitir a Duplicata em formato eletr&ocirc;nico, isto &eacute;, em substitui&ccedil;&atilde;o ao papel, utilizando-se da assinatura eletr&ocirc;nica com base na Medida Provis&oacute;ria n&deg; 2.200-2/2001.</span></p>
<p>		<span style="line-height: 150%; text-indent: 0cm;">Qual seria a posi&ccedil;&atilde;o da jurisprud&ecirc;ncia a respeito dessa recente conduta em dispensar a emiss&atilde;o f&iacute;sica (isto &eacute;, em papel) do t&iacute;tulo de cr&eacute;dito Duplicata? Seria v&aacute;lido, por exemplo, um cession&aacute;rio adquirir cr&eacute;ditos representados por Duplicatas emitidas por assinatura eletr&ocirc;nica?&nbsp;</span></p>
<p>		<span style="line-height: 150%; text-indent: 0cm;">A seguir, conclus&otilde;es baseadas na legisla&ccedil;&atilde;o em vigor e jurisprud&ecirc;ncia a respeito do tema.</span><br />
		&nbsp;</p>
<p>		<strong>Os dois tipos mais comuns de duplicata virtual &#8211; O boleto banc&aacute;rio com for&ccedil;a executiva e o t&iacute;tulo de cr&eacute;dito emitido na forma &nbsp; eletr&ocirc;nica &ndash; Posi&ccedil;&atilde;o jurisprudencial</strong></p>
<p>		<span style="line-height: 150%; text-indent: 0cm;">O dinamismo das rela&ccedil;&otilde;es comerciais somado &agrave; possibilidade de protesto do t&iacute;tulo mediante indica&ccedil;&atilde;o eletr&ocirc;nica dos dados inerentes &agrave; rela&ccedil;&atilde;o havida fez com que a emiss&atilde;o das duplicatas fosse dispensada em situa&ccedil;&otilde;es em que o sacador possua a fatura, ou NFe e respectivo comprovante de entrega da mercadoria, ou presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os.</span><br />
		&nbsp;</p>
<p class="020TITULO-TBUA" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-indent: 0cm; line-height: 150%; border: none; padding: 0cm; text-align: justify;">
		Tornou-se praxe mercantil a emiss&atilde;o pelo sacador de um boleto banc&aacute;rio com dados da duplicata e o respectivo envio para o sacado para pagamento. Frise-se, a emiss&atilde;o do t&iacute;tulo &eacute; dispensada nesses casos em virtude da comprova&ccedil;&atilde;o da exist&ecirc;ncia de um cr&eacute;dito do sacador perante o sacado.</p>
<p>		Nessas situa&ccedil;&otilde;es, o comprovante de recebimento das mercadorias ou presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os poder&aacute; ser interpretado como aceite presumido e at&eacute; mesmo a notifica&ccedil;&atilde;o sobre a cess&atilde;o de cr&eacute;dito e respectiva confirma&ccedil;&atilde;o sobre a regularidade ou execu&ccedil;&atilde;o da cobran&ccedil;a poder&aacute; ser interpretada como aceite em apartado pelo credor.</p>
<p>		Uma vez constatada a inadimpl&ecirc;ncia do sacado nessas situa&ccedil;&otilde;es, os Tribunais t&ecirc;m admitido a execu&ccedil;&atilde;o do boleto banc&aacute;rio, desde que acompanhado da respectiva documenta&ccedil;&atilde;o que comprove a exist&ecirc;ncia da rela&ccedil;&atilde;o subjacente (instrumento de protesto, nota fiscal e comprovante de entrega da mercadoria ou presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os):<br />
		&nbsp;</p>
<p>		&ldquo;CAMBIAL &ndash; Duplicata &ndash; Possibilidade das duplicatas e letras de c&acirc;mbio serem representadas por &lsquo;slips&rsquo;, ou seja, boletos banc&aacute;rios ou outros documentos, criados por meios da inform&aacute;tica que contenham os requisitos do pagamento de quantia l&iacute;quida e certa &ndash; <strong>Execu&ccedil;&atilde;o instru&iacute;da com notas fiscais e instrumentos de protesto &ndash; Admissibilidade &ndash; Recurso provido</strong>&rdquo;.<br />
		(TJSP, Agravo de Instrumento n&ordm; 0028828-55.2013.8.26.0000, 23&ordf; C&acirc;mara de Direito Privado, Relator Des. J.B. Franco de Godoi, J. 24.04.2013)</p>
<p class="020TITULO-TBUA" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-indent: 0cm; line-height: 150%; border: none; padding: 0cm; text-align: justify;">
		&nbsp;</p>
<p>		&ldquo;APELA&Ccedil;&Atilde;O. DIREITO PRIVADO N&Atilde;O ESPECIFICADO. T&Iacute;TULOS DE CR&Eacute;DITO. A&Ccedil;&Atilde;O DECLARAT&Oacute;RIA DE NULIDADE DE DUPLICATA. <strong>Considerando os usos e costumes comerciais, &eacute; poss&iacute;vel a emiss&atilde;o de duplicata &ldquo;virtual&rdquo;, quando comprovada a rela&ccedil;&atilde;o comercial subjacente.</strong> Apela&ccedil;&atilde;o provida&rdquo;.<br />
		(TJRS, Apela&ccedil;&atilde;o C&iacute;vel n&ordm; 70031227879, 11&ordf; C&acirc;mara C&iacute;vel, Relator Des. Bayard Ney de Freitas Barcellos, J. 01.09.2010)</p>
<p class="020TITULO-TBUA" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-indent: 0cm; line-height: 150%; border: none; padding: 0cm; text-align: justify;">
		&nbsp;</p>
<p>		&ldquo;EXECU&Ccedil;&Atilde;O DE T&Iacute;TULO EXTRAJUDICIAL &ndash; BOLETO BANC&Aacute;RIO &ndash; <strong>DUPLICATA VIRTUAL &ndash; PROTESTADA POR INDICA&Ccedil;&Atilde;O ACOMPANHADA DE NOTA FISCAL COM COMPROVANTE DE ENTREGA DAS MERCADORIAS &ndash; VALIDADE &ndash; T&Iacute;TULO H&Aacute;BIL A EMBASAR A EXECU&Ccedil;&Atilde;O &ndash; RECURSO PROVIDO</strong>. O protesto por indica&ccedil;&atilde;o da duplicata virtual representada por boleto banc&aacute;rio &eacute; expressamente autorizado por lei, desde que comprovada a entrega e o recebimento da mercadoria objeto do contrato de compra e venda mercantil firmado entre as partes litigantes&rdquo;.<br />
		(TJMG, Apela&ccedil;&atilde;o n&ordm; 1.0024.09.689222-9/001, 16&ordf; C&acirc;mara C&iacute;vel, Relator Des. Ot&aacute;vio Portes, J. 20.10.2010)</p>
<p class="020TITULO-TBUA" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-indent: 0cm; line-height: 150%; border: none; padding: 0cm; text-align: justify;">
		&nbsp;</p>
<p>		&ldquo;(&#8230;) A lei admite a exist&ecirc;ncia da duplicata virtual a qual n&atilde;o tem como<br />
		haja seu lan&ccedil;amento cont&aacute;bil. <strong>A exist&ecirc;ncia da duplicata virtual encontra-se demonstrada pelas indica&ccedil;&otilde;es constantes do boleto banc&aacute;rio</strong>&#8230;&rdquo;<br />
		(TJRJ, Apela&ccedil;&atilde;o n&ordm; 0027076-24.2006.8.19.0021, 18&ordf; C&acirc;mara C&iacute;vel, Relator Des. Rog&eacute;rio de Oliveira Souza, J. 26.02.2008.)</p>
<p class="020TITULO-TBUA" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-indent: 0cm; line-height: 150%; border: none; padding: 0cm; text-align: justify;">
		&nbsp;<br />
		Finalmente, o Colendo Superior Tribunal de Justi&ccedil;a consolidando o seu posicionamento sobre o tema ap&oacute;s o julgamento de embargos de diverg&ecirc;ncia que findaram o dissenso jurisprudencial existente entre a Terceira e a Quarta Turma daquela Corte, admitiu a execu&ccedil;&atilde;o da duplicata virtual, protestada por indica&ccedil;&atilde;o pelo credor, acompanhada de documento comprobat&oacute;rio da entrega da mercadoria:<br />
		&nbsp;</p>
<p>		&ldquo;EMBARGOS DE DIVERG&Ecirc;NCIA EM RECURSO ESPECIAL. DIVERG&Ecirc;NCIA DEMONSTRADA. <strong>EXECU&Ccedil;&Atilde;O DE T&Iacute;TULO EXTRAJUDICIAL. DUPLICATA VIRTUAL. PROTESTO POR INDICA&Ccedil;&Atilde;O. BOLETO BANC&Aacute;RIO ACOMPANHADO DO INSTRUMENTO DE PROTESTO, DAS NOTAS FISCAIS E RESPECTIVOS COMPROVANTES DE ENTREGA DAS MERCADORIAS. EXECUTIVIDADE RECONHECIDA</strong>.<br />
		1 &#8211; Os ac&oacute;rd&atilde;os confrontados, em face da mesma situa&ccedil;&atilde;o f&aacute;tica, apresentam solu&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dica diversa para a quest&atilde;o da exequibilidade da duplicata virtual, com base em boleto banc&aacute;rio, acompanhado do instrumento de protesto por indica&ccedil;&atilde;o e das notas fiscais e respectivos comprovantes de entrega de mercadorias, o que enseja o conhecimento dos embargos de diverg&ecirc;ncia.<br />
		2 &ndash; Embora a norma do art. 13, &sect; 1&ordm;, da Lei 5.474/68 permita o protesto por indica&ccedil;&atilde;o nas hip&oacute;teses em que houver a reten&ccedil;&atilde;o da duplicata enviada para aceite o alcance desse dispositivo deve ser ampliado para harmonizar-se tamb&eacute;m com o instituto da duplicata virtual, conforme previs&atilde;o constante dos arts. 8&ordm; e 22 da lei 9.492/97.<br />
		3 &ndash; A indica&ccedil;&atilde;o a protesto das duplicatas mercantis por meio magn&eacute;tico ou de grava&ccedil;&atilde;o eletr&ocirc;nica de dados encontra amparo no artigo 8&ordm;, par&aacute;grafo &uacute;nico, da Lei 9.492/97. O art. 22 do mesmo Diploma Legal, a seu turno, dispensa a transcri&ccedil;&atilde;o literal do t&iacute;tulo quando o Tabeli&atilde;o de Protesto mant&eacute;m em arquivo grava&ccedil;&atilde;o eletr&ocirc;nica da imagem, c&oacute;pia reprogr&aacute;fica ou microgr&aacute;fica do t&iacute;tulo ou documento da d&iacute;vida.<br />
		4 &ndash; Quanto &agrave; possibilidade de protesto por indica&ccedil;&atilde;o da duplicata virtual, deve-se considerar que o que o art. 13 &sect; 1&ordm; da Lei 5.474/68 admite, essencialmente, &eacute; o protesto da duplicata com dispensa de sua apresenta&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica, mediante simples indica&ccedil;&atilde;o de seus elementos ao cart&oacute;rio de protesto. Da&iacute;, &eacute; poss&iacute;vel chegar-se &agrave; conclus&atilde;o de que &eacute; admiss&iacute;vel n&atilde;o somente o protesto por indica&ccedil;&atilde;o na hip&oacute;tese de reten&ccedil;&atilde;o do t&iacute;tulo pelo devedor, quando encaminhado para aceite, como expressamente previsto no referido artigo, mas tamb&eacute;m na de duplicata virtual amparada em documento suficiente.<br />
		5 &ndash; <strong>Refor&ccedil;a o entendimento acima a norma do &sect; 2&ordm; do artigo 15 da Lei 5.474/68, que cuida de executividade da duplicata n&atilde;o aceita e n&atilde;o devolvida pelo devedor, isto &eacute;, ausente o documento f&iacute;sico, autorizando sua cobran&ccedil;a judicial pelo processo executivo quando esta haja sido protestada mediante indica&ccedil;&atilde;o do credor, esteja acompanhada de documento h&aacute;bil comprobat&oacute;rio da entrega e recebimento da mercadoria e o sacado n&atilde;o tenha recusado o aceite pelos motivos constantes dos arts. 7&ordm; e 8&ordm; da Lei</strong>.<br />
		6 &ndash; No caso dos autos, foi efetuado o protesto por indica&ccedil;&atilde;o, estando o instrumento acompanhado das notas fiscais referentes &agrave;s mercadorias comercializadas e dos comprovantes de entrega e recebimento das mercadorias devidamente assinados, n&atilde;o havendo manifesta&ccedil;&atilde;o do devedor &agrave; vista do documento de cobran&ccedil;a, ficando atendidas, suficientemente, as exig&ecirc;ncias legais para se reconhecer a executividade das duplicatas protestadas por indica&ccedil;&atilde;o.<br />
		7 &ndash; O protesto de duplicata virtual por indica&ccedil;&atilde;o apoiada em apresenta&ccedil;&atilde;o do boleto, das notas fiscais referentes &agrave;s mercadorias comercializadas e dos comprovantes de entrega e recebimento das mercadorias devidamente assinados n&atilde;o descuida das garantias devidas ao sacado e ao sacador.<br />
		8 &ndash; Embargos de diverg&ecirc;ncia conhecidos e desprovidos&rdquo;.<br />
		(Embargos de Diverg&ecirc;ncia em REsp n&ordm; 1.024.691-PR, Relator Min. Raul Ara&uacute;jo,&nbsp; 2&ordf; Se&ccedil;&atilde;o, j. 22/08/2012, DJe de 29.10.2012.)<br />
		&nbsp;</p>
<p class="020TITULO-TBUA" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-indent: 0cm; line-height: 150%; border: none; padding: 0cm; text-align: justify;">
		Assim, a cobran&ccedil;a judicial de boletos banc&aacute;rios acompanhados dos respectivos documentos comprobat&oacute;rios da rela&ccedil;&atilde;o subjacente &eacute; plenamente aceit&aacute;vel pelos tribunais brasileiros, utilizando subsidiariamente o disposto no artigo 15 da Lei de Duplicatas (Lei 5.474/1968), sendo dispensada a apresenta&ccedil;&atilde;o do documento f&iacute;sico:<br />
		&nbsp;</p>
<p>		&ldquo;Art. 15 &#8211; A cobran&ccedil;a judicial de duplicata ou triplicata ser&aacute; efetuada de conformidade com o processo aplic&aacute;vel aos t&iacute;tulos executivos extrajudiciais, de que cogita o Livro II do C&oacute;digo de Processo Civil, quando se tratar:<br />
		l &#8211; de duplicata ou triplicata aceita, protestada ou n&atilde;o;<br />
		II &ndash; de duplicata ou triplicata n&atilde;o aceita, contanto que, cumulativamente:<br />
		a) haja sido protestada;<br />
		b) esteja acompanhada de documento h&aacute;bil comprobat&oacute;rio da entrega e recebimento da mercadoria; e&nbsp;<br />
		c) o sacado n&atilde;o tenha, comprovadamente, recusado o aceite, no prazo, nas condi&ccedil;&otilde;es e pelos motivos previstos nos arts. 7&ordm; e 8&ordm; desta Lei&#8230;&rdquo;<br />
		&nbsp;</p>
<p class="020TITULO-TBUA" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-indent: 0cm; line-height: 150%; border: none; padding: 0cm; text-align: justify;">
		O C&oacute;digo Civil disp&otilde;e expressamente sobre a possibilidade de emiss&atilde;o dos t&iacute;tulos de cr&eacute;dito por meio de registros eletr&ocirc;nicos, nos termos do &sect; 3&ordm; do artigo 889:<br />
		&nbsp;</p>
<p>		&ldquo;Art. 889 &#8211; Deve o t&iacute;tulo de cr&eacute;dito conter a data da emiss&atilde;o, a indica&ccedil;&atilde;o precisa dos direitos que confere, e a assinatura do emitente.<br />
		(&#8230;)<br />
		&sect; 3<u><sup>o</sup></u> &#8211; O t&iacute;tulo poder&aacute; ser emitido a partir dos caracteres criados em computador ou meio t&eacute;cnico equivalente e que constem da escritura&ccedil;&atilde;o do emitente, observados os requisitos m&iacute;nimos previstos neste artigo&rdquo;.<br />
		&nbsp;</p>
<p class="020TITULO-TBUA" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-indent: 0cm; line-height: 150%; border: none; padding: 0cm; text-align: justify;">
		As declara&ccedil;&otilde;es constantes nas duplicatas eletr&ocirc;nicas, quando atestadas pela entidade certificadora e assinadas por meio de certifica&ccedil;&atilde;o digital, t&ecirc;m a veracidade presumida quanto ao seu conte&uacute;do e signat&aacute;rios, por for&ccedil;a da Medida Provis&oacute;ria 2.220-2/2001, que regulamentou a utiliza&ccedil;&atilde;o de certificado digital no pa&iacute;s.</p>
<p>		A possibilidade de emiss&atilde;o da duplicata por meio eletr&ocirc;nico, associada &agrave; veracidade do documento assinado ou aceito eletronicamente, torna o documento emitido e aceito de forma eletr&ocirc;nica t&atilde;o v&aacute;lido quanto &agrave; duplicata f&iacute;sica aceita de forma tradicional.</p>
<p>		Assim, se o mero boleto banc&aacute;rio acompanhado de NF e canhoto vale para efeitos de substitui&ccedil;&atilde;o da duplicata f&iacute;sica, a duplicata emitida e endossada na forma eletr&ocirc;nica com mais raz&atilde;o, validade.</p>
<p>		Ademais, a referida Medida Provis&oacute;ria admite em seu par&aacute;grafo 2&ordm; do artigo 10 a utiliza&ccedil;&atilde;o de outro meio de comprova&ccedil;&atilde;o da autoria e integridade de documentos em forma eletr&ocirc;nica, desde que admitido pelas partes como v&aacute;lido:<br />
		&nbsp;</p>
<p>		&ldquo;Art.&nbsp;10 &#8211; Consideram-se documentos p&uacute;blicos ou particulares, para todos os fins legais, os documentos eletr&ocirc;nicos de que trata esta Medida Provis&oacute;ria.<br />
		(&#8230;)<br />
		&sect; 2&ordm; &#8211; O disposto nesta Medida Provis&oacute;ria n&atilde;o obsta a utiliza&ccedil;&atilde;o de outro meio de comprova&ccedil;&atilde;o da autoria e integridade de documentos em forma eletr&ocirc;nica, inclusive os que utilizem certificados n&atilde;o emitidos pela ICP-Brasil, desde que admitido pelas partes como v&aacute;lido ou aceito pela pessoa a quem for oposto o documento&rdquo;.<br />
		&nbsp;</p>
<p class="020TITULO-TBUA" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-indent: 0cm; line-height: 150%; border: none; padding: 0cm; text-align: justify;">
		A aplica&ccedil;&atilde;o do referido dispositivo possibilita &agrave;s partes, por exemplo, admiss&atilde;o da assinatura digitalizada nos documentos, desde que as partes (principalmente o sacado) admitissem referido meio como v&aacute;lido.&nbsp;</p>
<p>		De toda forma, tanto a emiss&atilde;o do boleto banc&aacute;rio acompanhados do respectivos documentos comprobat&oacute;rios da rela&ccedil;&atilde;o subjacente, quanto a duplicata emitida e aceita eletronicamente prescindem da exist&ecirc;ncia da duplicata f&iacute;sica, n&atilde;o desconfiguram sua &nbsp;qualidade de t&iacute;tulo executivo e tampouco colocam em risco o mercado.</p>
<p>		Finalmente, a pr&aacute;tica de simula&ccedil;&atilde;o de uma compra e venda mercantil para a emiss&atilde;o de duplicatas &eacute; anterior a exist&ecirc;ncia da duplicata virtual, sendo imposs&iacute;vel atribuir a exist&ecirc;ncia de duplicata frias ou emitidas em pluralidade &agrave; implanta&ccedil;&atilde;o das duplicatas virtuais, pois a materializa&ccedil;&atilde;o do t&iacute;tulo de cr&eacute;dito n&atilde;o &eacute; suficiente para impedir a ocorr&ecirc;ncia desse crime.<br />
		&nbsp;</p>
<p>		<strong>Conclus&atilde;o</strong><br />
		&nbsp;</p>
<p class="020TITULO-TBUA" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-indent: 0cm; line-height: 150%; border: none; padding: 0cm; text-align: justify;">
		A jurisprud&ecirc;ncia consolidou o entendimento de validade da substitui&ccedil;&atilde;o da emiss&atilde;o duplicata f&iacute;sica por boleto banc&aacute;rio acompanhado de Nota Fiscal ou fatura e comprova&ccedil;&atilde;o da regularidade da rela&ccedil;&atilde;o subjacente, levando em considera&ccedil;&atilde;o, como medida de bom senso, a din&acirc;mica do mercado.</p>
<p>		Quanto &agrave; emiss&atilde;o eletr&ocirc;nica, com maior raz&atilde;o a validade, j&aacute; que representa um avan&ccedil;o em rela&ccedil;&atilde;o ao boleto banc&aacute;rio, na medida em que nosso ordenamento jur&iacute;dico permitiu a emiss&atilde;o de t&iacute;tulos de cr&eacute;dito na forma eletr&ocirc;nica (&sect; 3&ordm; do artigo 889 do C&oacute;digo Civil), assim como conferiu, por meio da Medida Provis&oacute;ria n&ordm; 2.200-02/2001 (que disp&otilde;e sobre a assinatura digital e estabelece a ICP-Brasil) a validade aos documentos assinados eletronicamente.</p>
<p>		Por fim, ressaltamos que criticar a validade da duplicata virtual pela simples possibilidade de emiss&atilde;o em duplicidade seria o equivalente a afirmar que a duplicata em papel tamb&eacute;m n&atilde;o teria validade, pois a emiss&atilde;o do t&iacute;tulo nessa forma tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; suficiente impedir essa pr&aacute;tica de fraude, ou a emiss&atilde;o simulada.</p>
<p>		Caber&aacute; ao cession&aacute;rio, como forma de assegurar o seu cr&eacute;dito e evitar se submeter a disputa com outros credores, comunicar a aquisi&ccedil;&atilde;o do cr&eacute;dito ao sacado t&atilde;o logo a referida transmiss&atilde;o seja formalizada, atendendo ao disposto no artigo 290 do C&oacute;digo Civil:<br />
		&nbsp;</p>
<p>		&ldquo;Art. 290. A cess&atilde;o do cr&eacute;dito n&atilde;o tem efic&aacute;cia em rela&ccedil;&atilde;o ao devedor, sen&atilde;o quando a este notificada; mas por notificado se tem o devedor que, em escrito p&uacute;blico ou particular, se declarou ciente da cess&atilde;o feita&rdquo;.</p>
<p class="020TITULO-TBUA" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-indent: 0cm; line-height: 150%; border: none; padding: 0cm; text-align: justify;">
		&nbsp;<br />
		&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.fortes.adv.br/2013/09/27/duplicata-virtual/">Duplicata Virtual</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fortes.adv.br">Teixeira Fortes Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.fortes.adv.br/2013/09/27/duplicata-virtual/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Prorrogação automática prevista em contrato bancário vincula fiador que não se exonerou da obrigação</title>
		<link>https://www.fortes.adv.br/2013/07/30/prorrogacao-automatica-prevista-em-contrato-bancario-vincula-fiador-que-nao-se-exonerou-da-obrigacao/</link>
					<comments>https://www.fortes.adv.br/2013/07/30/prorrogacao-automatica-prevista-em-contrato-bancario-vincula-fiador-que-nao-se-exonerou-da-obrigacao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Teixeira Fortes Advogados Associados]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jul 2013 16:52:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 115]]></category>
		<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://40.90.233.69/?p=2558</guid>

					<description><![CDATA[<p>A prorrogação automática de contrato bancário de longa duração vincula o fiador, sem que haja violação ao artigo 51 do Código de Defesa do Consumidor (CDC). Esse foi o entendimento do STJ ao julgar recurso especial do Banco do Brasil contra fiador que não fez notificação resilitória e pediu na Justiça a exoneração da fiança [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.fortes.adv.br/2013/07/30/prorrogacao-automatica-prevista-em-contrato-bancario-vincula-fiador-que-nao-se-exonerou-da-obrigacao/">Prorrogação automática prevista em contrato bancário vincula fiador que não se exonerou da obrigação</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fortes.adv.br">Teixeira Fortes Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A prorrogação automática de contrato bancário de longa duração vincula o fiador, sem que haja violação ao artigo 51 do Código de Defesa do Consumidor (CDC). Esse foi o entendimento do STJ ao julgar recurso especial do Banco do Brasil contra fiador que não fez notificação resilitória e pediu na Justiça a exoneração da fiança a partir da prorrogação automática do contrato. Os ministros consideraram que, havendo expressa e clara previsão contratual da manutenção da fiança, em caso de prorrogação do contrato principal, o pacto acessório também seria prorrogado automaticamente, seguindo o principal. A fonte é o site do STJ.</p>
<p>O post <a href="https://www.fortes.adv.br/2013/07/30/prorrogacao-automatica-prevista-em-contrato-bancario-vincula-fiador-que-nao-se-exonerou-da-obrigacao/">Prorrogação automática prevista em contrato bancário vincula fiador que não se exonerou da obrigação</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fortes.adv.br">Teixeira Fortes Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.fortes.adv.br/2013/07/30/prorrogacao-automatica-prevista-em-contrato-bancario-vincula-fiador-que-nao-se-exonerou-da-obrigacao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sócios vão morar na casa onde antes funcionava escola e impedem penhora</title>
		<link>https://www.fortes.adv.br/2013/07/30/socios-vao-morar-na-casa-onde-antes-funcionava-escola-e-impedem-penhora/</link>
					<comments>https://www.fortes.adv.br/2013/07/30/socios-vao-morar-na-casa-onde-antes-funcionava-escola-e-impedem-penhora/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Teixeira Fortes Advogados Associados]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jul 2013 16:52:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 115]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Imobiliária e Urbanística]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://40.90.233.69/?p=2556</guid>

					<description><![CDATA[<p>Uma professora não conseguiu penhorar a casa onde funcionava a escola que a contratou porque os donos da empresa, ao enfrentarem dificuldades financeiras após a falência, acabaram indo morar no imóvel. Como o bem residencial de uma família é impenhorável, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) negou provimento a agravo da trabalhadora, e esta ficou [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.fortes.adv.br/2013/07/30/socios-vao-morar-na-casa-onde-antes-funcionava-escola-e-impedem-penhora/">Sócios vão morar na casa onde antes funcionava escola e impedem penhora</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fortes.adv.br">Teixeira Fortes Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma professora não conseguiu penhorar a casa onde funcionava a escola que a contratou porque os donos da empresa, ao enfrentarem dificuldades financeiras após a falência, acabaram indo morar no imóvel. Como o bem residencial de uma família é impenhorável, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) negou provimento a agravo da trabalhadora, e esta ficou impedida de penhorar o imóvel. A fonte é o site do TST.</p>
<p>O post <a href="https://www.fortes.adv.br/2013/07/30/socios-vao-morar-na-casa-onde-antes-funcionava-escola-e-impedem-penhora/">Sócios vão morar na casa onde antes funcionava escola e impedem penhora</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fortes.adv.br">Teixeira Fortes Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.fortes.adv.br/2013/07/30/socios-vao-morar-na-casa-onde-antes-funcionava-escola-e-impedem-penhora/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>É do credor a obrigação de retirar nome de consumidor do cadastro de proteção ao crédito</title>
		<link>https://www.fortes.adv.br/2013/07/30/e-do-credor-a-obrigacao-de-retirar-nome-de-consumidor-do-cadastro-de-protecao-ao-credito/</link>
					<comments>https://www.fortes.adv.br/2013/07/30/e-do-credor-a-obrigacao-de-retirar-nome-de-consumidor-do-cadastro-de-protecao-ao-credito/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Teixeira Fortes Advogados Associados]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jul 2013 16:51:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 115]]></category>
		<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://40.90.233.69/?p=2554</guid>

					<description><![CDATA[<p>O ônus da exclusão do nome do consumidor dos cadastros de proteção ao crédito é do credor, e não do devedor. Essa é conclusão do STJ.</p>
<p>O post <a href="https://www.fortes.adv.br/2013/07/30/e-do-credor-a-obrigacao-de-retirar-nome-de-consumidor-do-cadastro-de-protecao-ao-credito/">É do credor a obrigação de retirar nome de consumidor do cadastro de proteção ao crédito</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fortes.adv.br">Teixeira Fortes Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ônus da exclusão do nome do consumidor dos cadastros de proteção ao crédito é do credor, e não do devedor. Essa é conclusão do STJ.</p>
<p>O post <a href="https://www.fortes.adv.br/2013/07/30/e-do-credor-a-obrigacao-de-retirar-nome-de-consumidor-do-cadastro-de-protecao-ao-credito/">É do credor a obrigação de retirar nome de consumidor do cadastro de proteção ao crédito</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fortes.adv.br">Teixeira Fortes Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.fortes.adv.br/2013/07/30/e-do-credor-a-obrigacao-de-retirar-nome-de-consumidor-do-cadastro-de-protecao-ao-credito/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Garantidor não pode questionar contrato de factoring</title>
		<link>https://www.fortes.adv.br/2013/07/30/garantidor-nao-pode-questionar-contrato-de-factoring/</link>
					<comments>https://www.fortes.adv.br/2013/07/30/garantidor-nao-pode-questionar-contrato-de-factoring/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Teixeira Fortes Advogados Associados]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jul 2013 16:51:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 115]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://40.90.233.69/?p=2552</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em decisão unânime, o Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou provimento a recurso especial de um avalista em contrato de fomento mercantil (factoring), que buscava extinguir a execução das notas promissórias que avalizou, emitidas como garantia da existência de duplicatas negociadas entre duas empresas do Paraná. No entendimento dos ministros, o avalista, nas condições dos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.fortes.adv.br/2013/07/30/garantidor-nao-pode-questionar-contrato-de-factoring/">Garantidor não pode questionar contrato de factoring</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fortes.adv.br">Teixeira Fortes Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em decisão unânime, o Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou provimento a recurso especial de um avalista em contrato de fomento mercantil (factoring), que buscava extinguir a execução das notas promissórias que avalizou, emitidas como garantia da existência de duplicatas negociadas entre duas empresas do Paraná. No entendimento dos ministros, o avalista, nas condições dos autos, não tinha legitimidade para discutir questões relativas ao contrato firmado. Ao analisar o recurso, a ministra Nancy Andrigui, relatora, afirmou que além de não integrar a relação comercial que ensejou a emissão das duplicatas, por não ser parte no contrato de fomento mercantil o avalista estaria impedido de opor questionamentos relativos às negociações. A relatora explicou que esse impedimento decorre da autonomia característica do aval. A fonte é o site do STJ.</p>
<p>O post <a href="https://www.fortes.adv.br/2013/07/30/garantidor-nao-pode-questionar-contrato-de-factoring/">Garantidor não pode questionar contrato de factoring</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fortes.adv.br">Teixeira Fortes Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.fortes.adv.br/2013/07/30/garantidor-nao-pode-questionar-contrato-de-factoring/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
